Uma das principais dúvidas dos empreendedores de e-commerce é qual plataforma escolher. De acordo com a última pesquisa desenvolvida pelo E-Commerce Brasil e Sebrae, em 2015, 45% dos lojistas utilizavam plataformas alugadas em seus e-commerces, 36% vendiam por redes sociais, 32% usavam plataforma própria, 24% marketplaces, 14% usavam plataformas gratuitas e 13% usavam aplicativos mobile.

Para Rodrigo Nasser, Consultor de TI & Gestão, da Itu Partners, palestrante da Conferência E-Commerce Brasil NORDESTE 2016, antes de mais nada é preciso perguntar-se qual a natureza do negócio (se ele é um pure player – 100% online, ou se ele também possui loja física). Veja as principais dicas dele:

Escolhendo a plataforma (loja física e e-commerce)

  • Passo 1: Para escolher uma plataforma para negócios que possuem tanto a loja física e e-commerce, pergunte-se:

– Você tem presença em mídias digitais? Site? Facebook?
– Você tem uma base de e-mails de clientes atuais?
– Qual a expectativa do seu e-commerce? Novos clientes ou clientes existentes comprando online?

  • Passo dois: Verifique se você já tem uma parte do catálogo em algum marketplace
  • Passo três: Reflita sobre Qual seu plano em quantidade de pedido, formas de pagamento, tipo de frete? Qual tipo de produto? serviços que vc vende?

Escolhendo a plataforma (100% e-commerce):

  • Passo 1: Pergunte-se:

– Você já pensou em como vai suportar a sua operação?
– Logística de envio do pedido? atendimento?

  • Passo 2: Pergunte-se:

– Você já tem experiência vendendo parte do catálogo em algum marketplace?

Para Nasser, é importante entender que o público que compra em um marketplace não é o mesmo público que vai entrar no seu site. “É um público específico. No marketplace você vai ter o contato direto com o seu cliente, é boa uma experiência e um bom lugar para aprender”, disse Nasser.

Rodrigo Nasser o que vc deve perguntar

Plataformas para todo tipo de solução

Os atributos de marketing que definem as campanhas estão na cabeça de cada vendedor, depende de cada produto. “Mas produto não é somente aquele cadastro que tem no RI, é preciso somar os atritutos de ERP”, explica Nasser.

Um ponto de atenção levantado por ele é que muitos e-commerces acabam adotando uma mecânica promocional pouco inteligente baseada em cupons, por exemplo.

Ele ensina que existem basicamente três tipos básicos de mecânica promocional:

  • Promoção baseada no calendário (com datas como Natal, Dia dos pais, Dia dos Namorados, etc);
  • Datas sazonais (Primavera, verão, inverno, etc)
  • Mudança de catálogo;
  • Promoções de acordo com fornecedor;

“Tudo pode ser medido no online pelo Analytics: um novo artigo, o tráfego orgânico, pago, o device e a plataforma”, apontou ele. O mais bacana, ressalta é que todos os departamentos da empresa conseguem captar essas informações em uma única plataforma. “Defina a sua implantação para agregá-la no Analytics o mais rápido possível, pois o investimento vale a pena”, disse.

Outra dica é acompanhar o ciclo de vida do cliente. Construa incentivos para o cliente certo se deslocar até a loja e conhecê-la. No auge do relacionamento com o cliente invista em retenção e fique de olho nos clientes inativos. Acompanhe o seguinte fluxo: cadastro (captura de lead), navegação/busca/comparação, relacionamento/compras/navegação/interesse, queda de interesse e inatividade/desinteresse.

 

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Até a próxima  🙂
Abraços Rodrigo Schvabe

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