Foto: Portal do Trânsito

Luiz Fernando Ribas Carli Filho é réu por duplo homicídio em um acidente de trânsito em maio de 2009, onde morreram os jovens Gilmar Rafael de Souza Yared e Carlos Murilo de Almeida. Na última semana, a defesa do ex-deputado entrou com pedido no Superior Tribunal de Justiça (STJ) para suspender e transferir o júri popular marcado para os dias 27 e 28 de fevereiro, no Tribunal do Júri, em Curitiba, mas foi indeferido pelo ministro Sebastião Reis Júnior, em decisão proferida nesta terça-feira (20).

Antes do STJ, os advogados de Carli Filho já tentaram o chamado ‘desaforamento’ no primeiro grau da Justiça Estadual, para transferir o júri popular de Curitiba, mas não conseguiram. Em seguida, entraram com recurso na 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR), mas também foram derrotados.

Com as recentes decisões, o júri popular segue marcado para terça e quarta-feira da próxima semana. O advogado que representa a família Yared, Elias Mattar Assad, afirma que o júri está preparado e que os jurados terão todas as informações para tomar uma decisão, que para ele, é a única possível.

As testemunhas já foram definidas e ao menos oito devem ser ouvidas durante o júri. Elas foram escolhidas pelo Ministério Público, pelas defesas das famílias das vítimas e também pela defesa do ex-deputado. Entre as testemunhas está Eduardo Missel Silva, médico e advogado de Carli Filho, que falou em depoimento o que ex-deputado não estava em condições de dirigir; e o garçom do restaurante onde estava o ex-deputado antes do acidente, Altevir Gonçalves dos Santos, que apontou que Carli Filho e os amigos consumiram quatro garrafas de vinho na noite do acidente.

A defesa de Carli Filho pediu a intimação de dois peritos particulares, que elaboraram um laudo independente onde a perícia apontou que o carro em que as vítimas estavam não…

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