O futuro é feminino e empreendedor. Mas ele só será construído com a colaboração de agentes públicos, mentores, investidores — e, principalmente, das empreendedoras.

Na semana passada, recebemos para um bate-papo aqui na Endeavor a mentora Isabel Humberg, fundadora do OQVestir. Durante a conversa com todo o nosso time, aproveitamos para fazer um questionamento que tem ficado cada vez mais forte, principalmente quando pensamos a Endeavor que queremos criar para o futuro.

“O que é preciso para termos mais mulheres liderando negócios de alto crescimento no país?”

Com a doçura que lhe é tão própria e uma boa dose de realismo, ela nos respondeu:

“Não existe uma resposta só. O ecossistema empreendedor inteiro está se perguntando a mesma coisa. O que nós já sabemos é que precisamos de mais referências positivas, mulheres nas quais possamos nos mirar. Nos próximos anos, se a gente conseguir responder a essa pergunta, podem ter certeza: a gente muda esse país.”

Bel tem toda razão. E a explicação vai muito além da representatividade de gênero. Aumentar a igualdade de gênero entre empreendedores de alto crescimento é favorável, antes de tudo, para o desenvolvimento econômico.

Por que precisamos de mais mulheres à frente de scale-ups?

As Scale-Ups são a saída para elevar a produtividade brasileira. Baseadas em um modelo de negócios escalável, são empresas de alto crescimento que geram empregos e buscam maximizar a eficiência. O impacto de organizações como essas é tão grande que mexe com todos os stakeholders — dos fornecedores aos funcionários –, criando um círculo de geração de valor muito rico para a comunidade local.

Quando olhamos, então, para Scale-Ups lideradas por mulheres, enxergamos como o desenvolvimento de lideranças femininas, a equidade de gênero e a diversidade em todas as suas dimensões criam organizações mais ricas e prósperas.

Uma pesquisa lançada pelo fundo de investimento americano First Round …

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