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De acordo com os últimos dados da Polícia Civil, do ano de 2016, 15 boletins de ocorrência são registrados por dia no Núcleo de Combate aos Ciber Crimes (Nuciber), relacionados aos crimes cibernéticos, que envolvem fraudes bancárias, clonagem de cartão de crédito, clonagem de celulares, entre outros casos.

Nos casos de clonagem de celulares várias questões de segurança estão envolvidas, já que geralmente utilizamos contas de e-mail, aplicativos de mensagens e aplicativos bancários.

Segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), a de clonagem acontece quando o usuário se encontra fora da área de mobilidade de origem, ou seja, em “roaming”, e operando em modo analógico.

Como funciona, os estelionatários obtêm a combinação código do aparelho por meio de monitoração ilegal de telefone celular habilitado. A partir daí esse código fica duplicado e é utilizado no aparelho clonado e o número automaticamente começa a ser utilizado pela pessoa que fez a clonagem.

A Anatel informa alguns indícios de que existe um celular clonado. O usuário então pode desconfiar no caso de ter dificuldade para completar chamadas feitas; quedas frequentes de ligação; dificuldade para acessar a caixa de mensagem; desconfiar ainda de chamadas recebidas de números desconhecidos, tanto nacional quanto internacional e também observar débitos na conta do celular muito acima da média.

Nestes casos, o usuário deve entrar imediatamente em contato com a prestadora de serviço e solicitar o bloqueio da linha. Se a ocorrência for denunciada por telefone, o usuário deve anotar o nome completo do atendente, a data, a hora, o número do boletim gerado e no caso de denúncia direta, obter cópia impressa da reclamação. Isso também deve ser feito em caso de perda do aparelho.

Outras sugestões são de que o usuário deve procurar consertar seu telefone celular em representantes autorizados dos fabricantes ou em oficina de sua confiança.

Quando estiver for…

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