Para todas as funções da empresa, ser um bom executor de tarefas é fundamental. Menos para o C-Level que você quer ter ao seu lado.

Hoje, umas das habilidades mais procuradas nos executivos no mundo corporativo é a capacidade de execução. Um executivo que tem alta capacidade de execução tem grande possibilidade de conseguir um bom emprego e, se já está empregado, de conseguir crescer na empresa.

Mas o que é ter alta execução? Qual a diferença entre um executivo com alta execução e um executivo com alta capacidade de executar tarefas?

Em primeiro lugar, alta execução significa ter a habilidade de planejar, definir, entender e implementar uma estratégia. É ter a visão sistêmica do seu trabalho, seja da sua área, seja de processos ou da sua empresa. Quanto mais alto o nível hierárquico, mais esta habilidade tem que ser dominada.

O CEO tem que ser mestre nesse assunto. Não adianta ser bom na implementação da estratégia se a estratégia está errada.

Também não adianta nada ter uma excelente estratégia se a implementação é fraca.

Já o tarefeiro tem muita dificuldade em ter esta estratégia clara. Ele foca na atividade e não no resultado.

O tarefeiro começa pelo fazer e não pelo planejar, investe pouco tempo neste capítulo da gestão.

Hoje vivemos muito o momento do “Desenvolve, testa e aprende”, mas mesmo neste modelo é necessário planejar para que o desperdício seja o menor possível.

Outro aspecto que destaca o bom executor é o alinhamento do time à estratégia, até porque uma boa implementação é executada por meio das pessoas. Então executor é aquele que dá propósito à estratégia, alinha o time, cobra pela execução, facilita o caminho a ser trilhado, entra nos momentos difíceis para contribuir com a solução e, principalmente, dá autonomia ao time e faz ele crescer.

O tarefeiro, por sua vez, assume para si a execução das tarefas. Com isso, ele se destaca como o solucionador de problemas, assumindo todos os riscos.

O resultado disso é um time na zona de conforto que…

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