Com tantos canais para fazer publicidade online – incluindo dois dos maiores players do mercado atualmente, Google e Facebook -, o que vai ser da mídia programática, amada por muitos e odiadas por tantos outros? Na opinião de Pedro Reiss, Co-CEO da agência de publicidade Fbiz, a propaganda automática como conhecemos hoje deve se transformar muito em breve.

Durante painel em que ele e Leo Cid Ferreira, chefe de estratégia da agência Accenture Interactive para a América Latina, ele afirmou que, na sua visão, o espaço para essa ferramenta vai rarear cada vez mais. “A verdade é que a programática nasceu para fazer propaganda em vários sites menores espalhados, e hoje cerca de 70% do mercado está nas mãos do Google e do Facebook”, argumentou.

“Minha segunda hipótese é que cada vez menos a gente vai otimizar a mídia, com tantas ferramentas automatizadas por aí, e vamos nos apoiar em inteligência artificial”, projetou.

Já Ferreira disse torcer para a propaganda, ao contrário do que os contornos atuais sugerem, pulverize-se na internet, como manda a concepção original desse tipo de mídia. “Pelo bem do mercado, seria bom se a mídia programática fosse distribuída”, opinou.

Mão na massa

Segundo Reiss, quem quiser investir nesse caminho precisa se preparar para, possivelmente, escolher entre cuidar da estratégia ou se preocupar com a operação. Isso porque, entre os modelos hoje utilizados, existem prós e contras financeiros e de controle.

As principais bases na hora de fazer mídia programática são estratégia, operação, uso e coleta de dados e plataforma. “Ter tudo isso in house vai te dar controle e transparência, mas o custo é alto. Com terceirizadas, você diminui o risco e aumenta a remuneração como mídia, porém as desvantagens são a falta de controle e transparência”, exemplificou.

Ele ainda deu três sugestões para se dar bem nessa área:

  • Seja um especialista em seu negócio e transforme esse conhecimento em estratégia de dados. “Esse será o seu maior ativo no futuro cenário de mídia”;
  • Abrace a inovação e confie na inteligência de mídia das plataformas. Competir com a capacidade computacional e de dados do Facebook e Google não é uma boa estratégia,
  • Dê atenção ao lado criativo de suas campanhas. Aprenda a produzir em diversos formatos, com qualidade elevada e custo competitivo. Com a concentração de inventário, todas as marcas competem pela mesma audiência – e uma história bem contada fará a diferença.

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Até a próxima  🙂
Abraços Rodrigo Schvabe

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