A união da ciência com o marketing deu a origem a uns dos estudos mais recentes sobre a lógica do consumidor: o Neuromarketing. Compreender como o cérebro age na hora do cliente escolher um produto, serviço ou ter alguma atitude decisória é a principal vantagem que esse novo campo traz aos negócios.

Atualmente, os estudos nessa área vêm crescendo muito, devido a muitas organizações estarem inseridas em um ambiente de inovação e com consumidores mais exigentes. Por isso, o Neuromarketing é baseado em gatilhos essenciais para impulsionar vendas e trazer novos resultados.

ATENÇÃO! É o cérebro que decide!

Sabe quando estamos morrendo de sede e a solução seria tomar um bom copo de água? Porém, de alguma forma, você acha que PRECISA mesmo é de uma Coca-Cola gelada? Pois é, esses desejos acontecem automaticamente devido a uma parte específica do cérebro.

É habitual pensarmos que o cérebro possui só as funções do lado esquerdo e direito, porém, vai muito além disso. Existem três partes organizadas que são interligadas, mas cada uma trabalha de uma forma autônoma e tem uma função que se manifesta em nossas decisões, sentimentos e emoções. São elas:

Sistema Reptiliano | Primitivo 

É o responsável pela decisão. Essa parte é a mais antiga do cérebro e é composto pelo tronco encefálico, que surge da medula espinal como uma haste, e pelo cerebelo. O cérebro reptiliano controla tudo que se relaciona com as emoções de necessidade básica e sobrevivência, como também de emoções instintivas, por exemplo: dor, fome, reflexos, respiração, poder e até mesmo a violência como meio de sobrevivência.

 

Quando o cérebro reptiliano é ativado com intensidade, as funções do sistema límbico e do neocortex são “desligadas”. Por isso, a publicidade usa primordialmente essa função para fazer com um produto se torne uma necessidade, em vez de só um desejo. Por exemplo, fumantes compram cigarros mesmo sabendo de seus riscos; pessoas preferem beber Coca-Cola ao invés de água, mesmo sabendo qual é …

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