O setor de comércio eletrônico continua crescendo a despeito da crise pela qual o país vive. A expectativa é que o e-commerce brasileiro registre crescimento de mais de 12%, segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), com mais de 200 milhões de pedidos em comércios eletrônicos. A expansão do comércio eletrônico trouxe desafios para outros setores, principalmente o de logística e de embalagens para e-commerces.

Com esta quantidade de pedidos, a questão da logística continua sendo um obstáculo para empresários do setor. Entregar produtos dentro do prazo e com o menor custo ainda têm sido um desafio para os empresários brasileiros. Por outro lado, o crescimento de pedidos desafia o setor pela necessidade de a encomenda chegar ao consumidor final sem danos ou violações às embalagens e ao produto e com a melhor apresentação possível.

Ranking bienal de logística divulgado pelo Banco Mundial no ano passado situou o Brasil na 55ª posição entre 160 países. O relatório “Conectar-se para competir 2016: a Logística Comercial na Economia Mundial” apontou que o nosso país subiu dez posições no ranking, na comparação com a edição de 2014.

O panorama, porém, não é positivo, uma vez que o Brasil já chegou a alcançar a 45ª posição, em 2012, e, segundo avaliação do Instituto de Logística e Supply Chain (Ilos), a melhora no ano passado ocorreu apenas pela crise econômica, que reduziu a demanda por logística.

Segundo o levantamento, entre os pontos fortes da nossa logística estão competência, rastreabilidade e infraestrutura. Os pontos negativos são custo, embarque internacional e pontualidade. A líder do ranking é a Alemanha, seguida de Luxemburgo, Suécia, Holanda e Cingapura.

Logística enfrenta desafio de sistema dominado pela malha ferroviária

A infraestrutura é um enorme gargalo no nosso país. Com um modelo preponderantemente rodoviário, a logística tem um custo elevado para os empresários. Países da dimensão do Brasil, como os Estados Unidos, por exemplo, possuem modais distribuídos de forma mais uniforme, entre rodovias, ferrovias, hidrovias e dutovias.

No Brasil, o modal rodoviário representa 67% da infraestrutura de transporte logístico. Já o modal ferroviária corresponde a 18%, enquanto o aquaviário responde por 11%, o dutoviário por 3% e o aéreo por 0,04%. Já nos Estados Unidos, o modal mais utilizado é o ferroviário, com 37% do sistema, seguido do rodoviário com 31%, o dutoviário com 21%, o aquaviário com 10% e o aéreo com 0,3%.

Em países do tamanho semelhante, reservar a maior parte dos investimentos para rodovias é considerada uma estratégia equivocada. A facilidade de construir estradas contrasta com elevado custo de manutenção, o segundo mais caro, atrás apenas do transporte aéreo. Desta forma, o serviço de frete no Brasil se torna não somente mais caro, mas também mais lento. Construir uma malha ferroviária e aquaviária maior e integrá-las às rodovias tornaria nossa logística mais eficiente.

Logística reversa ainda é um desafio para e-commerce

Estima-se que o país perca mais de US$ 80 bilhões por ano devido a custos logísticos, que pode ir da infraestrutura de transporte obsoleta até a alta carga tributária. O setor de e-commerce ainda possui um agravante, que é a logística reversa. O retorno do produto ao lojista, por diversos motivos, como embalagem danificada ou violada, por exemplo, acarreta em mais custos para o empresário ou até mesmo prejuízo na operação.

Além disto, o gerenciamento equivocado do processo de troca do produto pode gerar descontentamento por parte do consumidor, causando reclamações em sites e entidades de defesa do consumidor. Por outro lado, um manejo eficiente da situação colabora para fidelizar e evangelizar os clientes.

E-commerce transforma setor de embalagens

Outro setor que está sendo impactado diretamente pelo crescimento do comércio eletrônico é o de embalagens. A principal função da embalagem é proteger o produto para que ele chegue íntegro ao consumidor. No caso dos e-commerce, as embalagens são itens ainda mais essenciais, pois muitos produtos são produzidos com materiais sensíveis, sobretudo em um sistema postal em choques e quedas são comuns.

Por isso, a escolha da melhor embalagem para e-commerce de acordo com as características do produto é essencial. Estudo da Association for Packaging and Processing Technologies, nos Estados Unidos, indicou que a substituição de um item danificado na entrega pode custar até 17 vezes o custo do transporte. Além disto, optar por uma embalagem que garanta a integridade do produto evita avaliações e comentários negativos.

Saco zip lock é opção de embalagem prática e versátil

As opções de embalagens são diversas e vão depender das características do produto e podem ser combinadas para garantir maior segurança ao produto, evitando a logística reversa. Almofadas de ar, plástico bolha, saco zip lock, placas de isopor, caixa de papelão e papel fragmentado são opções de embalagens.

O saco zip lock, por exemplo, é uma opção versátil de embalagem para e-commerce e pode armazenar diversos tipos de produtos, como: bijuterias, roupas, alimentos, produtos de higiene pessoal, etc. A embalagem de zip lock é importante para evitar que produtos cheguem sujos e com má apresentação, causando uma péssima impressão no consumidor. O saco plástico com fecho zip é fabricado geralmente com polietileno de baixa densidade e o sistema simples de fechamento e abertura o torna mais prático para o consumidor.

Almofadas de ar, por outro lado, evitam que o produto fique balançando e aumentado o risco de danos. O mesmo ocorre com outros tipos de embalagens plástico bolha, papel fragmentado e placas de isopor. Já a caixa de papelão é muito usada quando a embalagem não pode ser feita em papel pardo ou envelopes.

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