Como uma scale-up se beneficia do Corporate Venture? Conheça a história da Sensedia, empresa que sempre navegou entre gigantes para impulsionar o próprio crescimento.

Darwin tinha razão. Não é o mais forte, nem o mais rápido que sobrevive, mas sim o mais adaptável. No universo de empresas nascentes e grandes corporações, essa máxima não poderia ser mais verdadeira. De um lado, a velocidade de decisão, a mentalidade de experimento e a proposta de romper com mercados e setores inteiros. Do outro, a necessidade imediata de inovação, a estrutura operacional mais consolidada e o capital disponível para investimento. Dessa combinação, surge uma relação de mutualismo em que uma ajuda a outra a crescer, também conhecido como Corporate Venture.

O que pouca gente sabe é que as relações entre grandes empresas e negócios pequenos vão muito além do investimento financeiro. Existem outras ligações que se constroem a partir de interações genuínas, conexões verdadeiras e uma vontade legítima de aprender e ensinar, ajudando o ecossistema de negócios a evoluir.

Um bom exemplo dessas relações é a trajetória da Sensedia, scale-up participante do Algar Ventures Open, um programa de inovação aberta realizado em parceria com a Endeavor em 2017. A nova edição está com inscrições abertas até dia 27 de abril.

Conheça o Algar Ventures Open 2018

O berço da startup foi a gigante CI&T, multinacional brasileira de TI, a partir de um spin-off dos produtos desenvolvidos, além da UNICAMP que ajudou a operação a dar os primeiros passos antes de crescer.

O fundador da Sensedia, Kleber Bacili, conta que entrou na CI&T como estagiário, quando ainda trabalhavam por lá ele e mais 30 funcionários. A partir dali, seu crescimento correu em paralelo com o da companhia: passou de analista a desenvolvedor e depois arquiteto de sistemas, enquanto a empresa se alargava até chegar a 2.400 pessoas. Foi nesse período que Kleber idealizou um software de…

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