Foto: Alep

As propostas, que chegaram à Alep na última quinta-feira (03), foram lidas em plenário nesta segunda-feira. Como ocorreu há dois anos, o pacote tramita em regime de urgência. São dois anteprojetos de lei, que segundo o Governo, têm o objetivo de reduzir despesas.

O governo acredita que as ações podem gerar uma economia de aproximadamente R$ 100 milhões por ano. Um dos projetos envolve medidas na segurança pública.

A administração garante que em todos os casos a adesão de Policiais Militares será voluntária. Uma das propostas é a instituição de pagamento de diária por atividade extrajornada.

Segundo o Governo do Estado, isto vai possibilitar o aproveitamento de servidores que estejam em horário de folga. Os que aderirem poderão ter ganho extra mensal de até R$ 2.050,00.

Outra medida é a criação do chamado abono permanência. Seria para evitar que policiais se aposentem precocemente. Um dos argumentos é que seria mais vantajoso para o interesse público incentivar a manutenção de profissionais já formados, qualificados e experientes.

Quem permanecer na ativa receberá abono de permanência em dobro. Além disso, para policiais que estão na reserva remunerada, o governo quer criar o Corpo de Militares Estaduais Inativos Voluntários (CMEIV), para o aproveitamento dos mesmos em atividades internas e na guarda de imóveis públicos.

Neste caso a remuneração adicional seria de R$ 1,5 mil, ampliando os valores referentes à aposentadoria já recebidos. Com estas três propostas, o governo espera economizar R$ 33 milhões.

Mas a oposição questionou as propostas. O líder da bancada, Tadeu Veneri, do PT, disse que os chamados bicos realizados por policiais são irregulares. O deputado se disse ainda preocupado com a saúde dos que aderirem ao programa, por causa da sobrecarga de trabalho.

https://cbncuritiba.com/wp-content/uploads/2017/08/Sonora-Novo-Pacotaço-Governo-01FB.mp3

Já o líder do Governo, deputado Luis Cláudio Romanelli, do PSB, disse que fo…

Click here to view full post