Foto: William Bittar

Militantes pró-Lula que permanecem na região do bairro Santa Cândida relataram mais um atentado contra os manifestantes na manhã desta terça-feira (26). O local que serve de dormitório para o movimento de apoiadores do ex-presidente, na rua Padre João Wislinski, foi alto de tiros, por volta de 10h30.

Os manifestantes acionaram a PM que fez boletim de ocorrência, a ser repassado para a polícia civil, possivelmente ao 4º Distrito Policial.

Segundo a coordenadora do Acampamento Marisa Letícia, Edna Dantas, a situação começou com um desentendimento quando um pequeno grupo voltava de um ato na vigília, nas proximidades da sede da superintendência Polícia Federal. Ela afirma que um motorista ameaçou por diversas vezes jogar o carro sobre os manifestantes.

Edna relata que o mesmo motorista voltou poucos minutos depois, já armado.

De acordo com a Polícia Militar, quatro viaturas foram até o local para fazer o atendimento da ocorrência. A informação repassada por quem estava no local é de que agressor chegou de carro, atirou uma vez para cima e fugiu. Apesar disso, não haveria indícios visíveis do disparo segundo a PM. Os integrantes do acampamento repassaram à polícia imagens do carro, um Gol de cor clara, e também da placa do veículo.

Em nota, a Vigília Lula Livre repudiou mais esse atentado contra os integrantes do acampamento Marisa Letícia. No texto, os organizadores cobram a apuração por parte das autoridades e responsabilização dos culpados e ainda lembrar o outro caso de ataque, registrado no dia 28 de abril, quando um militante foi baleado no pescoço.

Sobre esse primeiro caso, a reportagem da rádio CBN Curitiba entrou em contato com a Polícia Civil para saber sobre os resultados da investigação. Confira a nota na íntegra:

“A P…

Clique aqui para ver a publicação completa