A retomada lenta da economia e o recorde negativo de 13,5 milhões de desempregados têm comprometido a imagem do Brasil no exterior e afugentado o interesse de investidores externos no país. Mesmo com a inflação sob relativo controle, os consumidores ainda não conseguem fechar o mês no azul, deixando de pagar contas do dia a dia.

No caso das empresas, o cenário é ainda mais desanimador: 1,8 milhão de estabelecimentos de todos os tamanhos e setores encerraram atividades no país em 2015, segundo levantamento da consultoria Neoway. Enquanto alguns players estão fechando as portas, outros, paradoxalmente, têm conseguido crescer e até dobrar o faturamento, mesmo sob o impacto da maior recessão econômica da história país. É o caso do mercado brasileiro de drones.

O setor atravessou 2016, auge da crise na economia, em franca expansão no país. Formado por importadores, fabricantes e prestadores de serviços, sobretudo de pequeno e médio portes, o mercado é pulverizado em diversos players, uma característica recorrente na área de tecnologia. Mesmo em crescimento, as empresas ainda estão focadas principalmente em aplicações nas áreas de engenharia, agropecuária e propaganda.

“Quem pretende atuar no setor deve ficar atento às tendências internacionais e exercitar a criatividade quanto aos tipos de serviço que os drones podem realizar, já que atualmente o uso comercial dos equipamentos se limita a substituir outros objetos voadores, como aviões e helicópteros, em monitoramento e filmagem de grandes áreas”, pontua Luís Neto Guimarães, CEO da Drone Store, uma das empresas mais fortes do setor brasileiro. “O potencial de uso dos aparelhos ainda não foi totalmente explorado. O mercado está descobrindo aos poucos novas aplicações comerciais”, destaca.

Parte da demora em ampliar as possibilidades de negócios para os drones está na falta de legislação para regulamentar as atividades. Enquanto as normas não são estabelecidas, os equipamentos permanecem num limbo: não são proibidos e nem totalmente liberados. Enquanto isso, são vendidos pois a comercialização não é proibida.

A expectativa do setor era que na primeira quinzena de abril a regulamentação fosse oficialmente publicada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Mas, a missão foi mais uma vez adiada. “A demora na regulamentação prejudica o mercado, que busca mais produtividade, rapidez e segurança em projetos”, ressalta Luís Neto Guimarães.

O tema será um dos destaques da terceira edição do DroneShow Latin America, um dos eventos mais tradicionais do setor, que acontece de 9 a 11 de maio, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo. O evento reunirá pesquisadores, especialistas, usuários, estudantes, empresários e tomadores de decisão do mercado latino americano.

Além da regulamentação, a programação do DroneShow 2017 também irá abordar temas ligados a empreendedorismo, tecnologias e robótica, além de formação de pilotos, demonstrações de voos com manobras e mini-corridas. Ainda estarão em pauta seminários e cursos nas áreas de agricultura, mapeamento, questões ambientais, segurança e defesa, transportes, mineração, infraestrutura, serviços de emergência, gestão pública e entretenimento.

Projeções

O mercado de drones deve ganhar impulso a partir deste ano, segundo o Gartner. A consultoria projeta aumento na receita global de 34%, atingindo mais de US$ 6 bilhões em 2017, podendo chegar a US$ 11,2 bilhões até 2020. Serão 3 milhões desses dispositivos produzidos e vendidos no ano, um número 39% maior em comparação a 2016. Na próxima década, de acordo com projeções da ABI Research, o setor crescerá 32% por ano em média, atingindo US$ 30 bilhões.

Drone Store

Fundada em 2013, a Drone Store é a primeira loja especializada na comercialização e manutenção de drones no Brasil. Distribuidora oficial no mercado interno da chinesa DJI, líder mundial na fabricação de drones com 70% do market share global, a empresa é a única assistência técnica autorizada da fabricante no país.

Com mais de 5000 clientes em quatro anos de operação, a empresa atende em loja física e online, com distribuição em todo o país. Dentre os clientes estão organizações dos setores de construção civil, agropecuária, infraestrutura, audiovisual e educação, além de outros. Entre os modelos mais comercializados pela Drone Store, que também presta assistência técnica, estão o Phantom 4 Pro, Mavic Pro e o Inspire 2.

A empresa é liderada por Luís Neto Guimarães, empreendedor que começou a atuar no mercado de drones em 2010. Na época, Guimarães adquiriu um aparelho por R$ 15 mil e logo percebeu o potencial do mercado, chegando a ter um vídeo publicado pelo New York Post. Hoje, o empresário se dedica à comercialização e à manutenção dos aparelhos, além da realização de cursos e treinamentos para utilização de drones em todas as áreas.

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