A estratégia de Produto determina a eficiência da escala. Sem foco, sua empresa vai gastar mais tempo, energia e capital para crescer.

Antes de surgirem as primeiras redes sociais, Reid Hoffman criou em 1997 uma plataforma chamada SocialNet. Nela, qualquer pessoa poderia encontrar o amor da sua vida, um cliente ou até mesmo um parceiro de tênis. Tudo em um só lugar. Foi desse período que Hoffman extraiu uma das maiores lições de sua vida: focar naquilo que realmente importa para as pessoas, em vez de tentar solucionar todos os problemas de uma vez. Cinco anos depois dessa experiência, nascia o LinkedIn.

O empreendedor costuma acreditar que seu problema é a falta de capital. Com mais dinheiro em caixa ou um novo round de investimento, todas as dores de crescimento seriam resolvidas. Mas o seu maior desafio está, na verdade, em fazer muitas coisas ao mesmo tempo. Não dá para subir a montanha carregando muito peso nas costas. É preciso subir leve, com o mínimo de peso possível. Quanto mais cedo ele consegue eliminar as distrações, mais leve e eficiente é a jornada.

Se você não tem foco, escalar vai demandar mais dinheiro.

Essa eficiência começa com o Produto. E a estratégia envolve as seguintes variáveis de escala:

Dor: o job to be done que minha empresa pretende realizar
Se eu me proponho a resolver três dores de um cliente de uma só vez, já perdi o foco.

Personas: quem é a pessoa que se beneficia do meu produto
Se pretendo atender a três personas em três dores diferentes, a complexidade do trabalho é exponencial exigindo mais gente, mais recursos e mais capital.

Fonte de tráfego: como as pessoas descobrem meu produto
Dentre os 365 canais possíveis de serem explorados, entre anúncios de televisão, Facebook Ads e eventos, escolha uma única fonte de tráfego e se proponha a ser especialista nela, trazendo mais pessoas por esse canal. Se você conhece bem a jornada do seu cliente, encontrar esse canal é mais …

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