Se a maior parte dos empregos que existem hoje vai se automatizar nos próximos anos, qual é o papel das empresas para gerar impacto social?

Inteligência artificial (IA), automação, Internet das Coisas (IoT) e blockchain: essas são algumas tecnologias disruptivas que estão mudando o mundo. Elas estão reduzindo atritos e diminuindo ineficiências. Criando inovações que ajudam as pessoas a viver mais e melhor. Ajudando áreas carentes no mundo a ter acesso ao microcrédito. E estão possibilitando que as empresas passem a desenvolver novos produtos e serviços que encantam os clientes.

Mas para todas as oportunidades que essas tecnologias oferecem, há também consequências. Na corrida por inovar, automatizar e otimizar seus processos, essa revolução vem com um preço a ser pago. Para as empresas — e para as pessoas — o mercado já não é mais o mesmo.

A automação pode criar menos empregos do que os que serão perdidos

A automação trouxe desafios para profissionais com funções tradicionais como operadores de telemarketing, operários de fábrica e digitadores. Agora, até mesmo carreiras consideradas imunes ao risco de desaparecer frente à globalização e à tecnologia, como jornalismo, operação de Bolsa de Valores e radiologia estão passando por um processo de disrupção.

De acordo com o que sugere um artigo de 2016 da The Economist, “o que determina a vulnerabilidade para a automação não é tanto se o trabalho em questão é manual ou de escritório, mas se ele é rotineiro ou não”. De acordo com um estudo de 2013 sobre a probabilidade de mais de 700 profissões serem informatizadas, 47% dos trabalhadores nos EUA tinham funções que estavam sob alto risco de serem substituídas por máquinas em um prazo de dez a vinte anos.

Não paramos de ouvir sobre a imensa demanda por profissões das áreas de Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática (STEM). Mas com que velocidade o avanço da Inteligência Artificial vai mudar isso? Chris D…

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