Foto: Pedro Ribas/SMCS

A polícia começou a investigar a situação a partir do aparecimento de dezenas de boletins de ocorrência sobre casos similares, segundo o delegado responsável pelo caso Rinaldo Ivanike.

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As ocorrências já passam das 20 e segundo o delegado esse número deve aumentar.

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Na revistaria a polícia encontrou uma máquina que era usada para forjar a autenticação dos boletos.

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Conforme o delegado, a banca está fechada já há algum tempo, por iniciativa da própria dona, que pode ter desconfiado de que o golpe fora descoberto.

A polícia chegou a fazer pedido pela prisão da mulher, o que foi negado.

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Segundo a polícia a proprietária da banca não era credenciada para oferecer serviços de recebimento de contas e – por isso – agia de modo totalmente ilegal.

A estimativa feita pelo delegado, com base apenas nas contas e recibos encontrados na revistaria é de que ela tenha se apropriado de pelo menos seis mil reais.

O delegado ainda destacou que é possível consultar na internet quais são os estabelecimentos devidamente autorizados para os pagamentos, evitando assim quaisquer tipos de fraude.

Os estabelecimentos que funcionam nas Ruas da Cidadania são administrados por permissionários, por isso a reportagem da CBN entrou em contato com a prefeitura que se manifestou por meio de nota.

No texto, a Urbs informa que em junho deste ano cassou a permissão de uso comercial da Revistaria Gabriel, mas que – apesar disso – a permissionária não deixou o espaço. Com isso, a Urbs pediu na Justiça a reintegração de posse e aguarda decisão liminar. O processo corre na 5ª Vara de Fazenda Pública.

Repórter Cristina Seciuk

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