As estratégias de aquisição do Facebook, o posicionamento do Twitter como rede de notícias, do Pinterest como “catálogo de ideias” e a ascensão do Snapchat e seu reposicionamento como marca de fabricante de câmeras são alguns exemplos de que as redes sociais estão mudando. As informações são do Estudo da Kantar Ibope Media compartilhadas durante o evento gratuito para empreendedores, Digital Insights que aconteceu na semana passada no Rio de Janeiro.

“As mídias estão se adequando às novas realidades. Na época em que o Facebook adquiriu Instagram, WhatsApp e Oculus VR ProGeo OY, continuaram a operar como apps independentes, sem qualquer relação aparente com o Facebook. A ideia era diversificar com a separação de todas as atividades em usos diferentes: dividir e conquistar, como dizem. Deu certo”, explicou Thiago Magalhães, Head of Learning & Insights da Kantar IBOPE Media.

Para Thiago, a mudança no comportamento das redes sociais é um reflexo da revolução na distribuição das informações na sociedade atual. “Você perde mercado quando não customiza, afinal, tempo é o principal ativo de um negócio hoje”, pontua ele. “O sucesso do Buzzfeed e do Netflix, por exemplo, não são meras coincidências e sim resultado de estratégias sólidas envolvendo Big Data, planejamento e entrega de conteúdos específicos para o público certo. Dá trabalho, mas dá ao empreendedor ampla vantagem competitiva”, acrescentou.

Uma ótima dica, aconselha Thiago, é pensar em destinar profissionais especializados para cada mídia focados em conteúdo específico para cada uma das mídias (Facebook, Twitter, Snapchat, etc). Mas é importante lembrar que, embora a tecnologia seja muito rápida, tudo deve ter aderência com o negócio que ela comunica, devendo estar totalmente alinhado.

Em agosto de 2015, o BuzzFeed criou um novo time chamado “Distributed BuzzFeed” – vinte funcionários criando conteúdo original para plataformas, como Tumblr, Instagram, Snapchat, Facebook etc. Em outras palavras, o BuzzFeed tem uma equipe que produz algo que nunca será publicado no BuzzFeed.com. Este tipo de abordagem especializada pode agregar valor, partindo da segmentação do conteúdo com base na audiência dos canais. “Compartilhar massivamente o mesmo conteúdo antigo em todas as plataformas não funcionará mais. A chave para atrair, engajar e motivar a sua audiência é a criação exclusiva e original para cada plataforma”, descreve o relatório.

A morte do Marketing/Publicidade tradicionais

Para o organizador do Digital Insights, Augusto Custódio, a tecnologia da informação e todas as suas possibilidades entraram de vez para auxiliar e nortear as novas estratégias de marketing e publicidade. “Recursos como o Big Data e a segmentação cada dia mais apurada, Internet das Coisas, Realidade Virtual entre outros são temas obrigatórios em qualquer reunião de pauta para campanhas hoje”, ressaltou Augusto.

O rádio engoliu o impresso, a TV engoliu a Rádio e agora a internet engoliu a TV. Augusto aponta essas mudanças de canal como cruciais para a “morte” do velho marketing e da publicidade tradicional. “As pessoas estão mais resistentes à publicidade porque ela ainda é muito mal distribuída, mal planejada e gera custos altos. Como gerar afinidade através de histórias relevantes é o desafio que temos que enfrentar agora”, apontou.

Outra tendência para o marketing digital em 2017, apontada pelo estudo da Kantar IBOPE Media foi o programa de influenciadores. “Em breve, a confiança poderá ser uma mercadoria que os consumidores exigirão das marcas e das pessoas com quem interagem”, aponta o relatório da Kantar. A partir disso, surgem “escolas de influência” para profissionalizar ainda mais o papel do influenciador, como a BeautyTube, uma nova escola on-line de vlogging de beleza criada pela L’Oreal e Youtube. Nesta escola os formandos são capacitados para atuarem em mídias sociais específicas, dependendo do setor e da categoria de influenciador que representam (promotor, funcionário, jornalista, parceiro, formador de opinião ou consumidor), tornando a distribuição do conteúdo muito mais assertiva.

Redes sociais e TV – casal do futuro

Segundo dados da Kantar Twitter TV Ratings que monitora as conversas sobre TV no Twitter, o Brasil está à frente de muitos países quando o assunto é comentar o que se está assistindo. No Reino Unido, por exemplo, apenas 43% dos Tweets sobre programas de TV foram durante as janelas de transmissão. Na Espanha, esse número foi de 54% e no Brasil, 55%. “O consumidor brasileiro gosta de curtir (like) e gosta de opinar sobre determinados assuntos, a sociabilidade está no nosso sangue, por isso live streaming e imersão são tendências consolidadas em 2017”, finalizou Thiago.

Se você gostou da notícia compartilhe nos botões abaixo ou ao lado.

Fique atualizado, siga a gente no Instagram Facebook

Faça a análise SEO da sua empresa gratuitamente e em menos de 1 minuto. Análise Mercado Binário

Veja o texto original

Somos uma agência diferente, focada em vendas e automação.
http://criacaode.site
http://desenvolvimentode.site http://criacaositecuritiba.com

Até a próxima  🙂
Abraços Rodrigo Schvabe

Ou entre em contato conosco
Email: atendimento@mercadobinario.com.br


Endereço:
Mercado Binário

3ª andar – Av. João Gualberto, 1881 – Juveve,
Curitiba
Paraná
8003000

Telefones: (41)3908-8448
WhatsApp:(41)99547-3615