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A principal reclamação é que os descontos nunca chegam aos motoristas, mas os aumentos chegam praticamente toda semana. Por este motivo, o governo definiu que a Polícia Federal e o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) devem investigar as empresas do setor, sob suspeita de formação de cartéis.

Em um percurso de quatro quilômetros, A CBN Curitiba passou por vários postos de combustíveis e a diferença chega a ser de 45 centavos, na gasolina. No etanol, a diferença chega a ser de 30 centavos. Enquanto tem posto vendendo o litro a R$ 3,84, outros vendem a R$ 4,29.

O gerente de sistemas, Orlei Antônio Moro, fala que são raras as vezes em que ele viu a gasolina baixar nos últimos meses.

A estudante Milena Martarello, fala que a diferença chega a ser de 20 reais quando ela abastece, mas o preço nunca é para baixo.

Quem precisa abastecer várias vezes, sente o peso no bolso ainda mais. O motorista de aplicativo, Ariel Santos da Rocha, fala que sempre vê notícias de que o preço da gasolina nas refinarias vai baixar, mas nunca encontra esses descontos quando vai abastecer.

O barbeiro Fábio José de Novaes, diz que já desistiu de pesquisar os preços.

Para tentar dar mais transparência ao consumidor, a Petrobras anunciou que passará a divulgar diariamente os preços médios da gasolina e do diesel que saem das unidades e não somente as porcentagens do reajuste, como era feito.

O Sindicato dos Revendedores de Combustíveis do Paraná (Sindicombustíveis-PR), repudiou a declaração do governo sobre a formação de cartéis, dizendo que o governo transfere a culpa para os postos pelos aumentos nas…

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