Foto: Comunicação Vigília Lula Livre

A organização do acampamento fez B.O. coletivo, por dano e ameaça, após ter uma caixa de som quebrada por um delegado da Polícia Federal que também é morador da rua em que vem sendo realizados os atos em apoio ao ex-presidente.

O outro boletim foi registrado pelo próprio envolvido, que prestou queixa por perturbação de sossego, ameaça e lesão corporal.

O caso será investigado pelo 4º Distrito, que é a unidade de área, de acordo com as informações confirmadas pela Polícia Civil.

A confusão ocorreu na manhã desta sexta-feira (04) enquanto os manifestantes realizavam o já habitual “bom dia” ao ex-presidente. De acordo com a comunicação do grupo, o homem foi contido pelos seguranças voluntários. Em vídeos divulgados nas redes sociais é possível ver o momento em que ele entra no espaço da vigília e há um princípio de tumulto após a caixa de som ser derrubada.

Conforme a PM, a equipe que já estava no local devido ao interdito proibitório, em vigor desde abril, fez um atendimento inicial e afastou o autor do local.

Em nota divulgada pela Vigília Lula Livre, o gruo afirma que “independentemente das sanções penais cabíveis pela agressão praticada pelo delegado, a Polícia Federal tem a obrigação de tomar as medidas disciplinares em relação ao seu delegado que agrediu manifestantes pacíficos. Do contrário, a instituição se tornará cúmplice de mais este atentado”.

Procurada, a Polícia Federal afirmou que como o episódio é alheio ao trabalho e ocorreu em via pública nenhum tipo de procedimento será aberto e que quaisquer apurações cabem à Polícia Civil.

Repórter Cristina Seciuk

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