O Indicador de Confiança dos micro e pequenos empresários (MPEs), calculado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), apresentou uma leve queda na comparação entre outubro e novembro deste ano, passando de 50,6 pontos para 50,2 pontos, em uma escala que varia de zero a 100.

Quanto mais próximo de 100, mais otimistas estão os empresários e quanto mais próximo de zero, menos confiantes.

Na comparação com novembro do ano passado, o indicador saltou 11,9 pontos na escala, partindo de 38,3 para os atuais 50,2 pontos.

Na opinião do presidente da CNDL, Honório Pinheiro, a manutenção do indicador acima do nível neutro de 50 pontos por dois meses seguidos é uma boa notícia, por este ser um componente essencial para a retomada econômica.

“É a confiança que induzirá o investimento por parte das empresas, gerando empregos e estimulando o consumo, hoje em baixa por causa da recessão. No entanto, a consolidação da melhora da confiança dos empresários depende de dois cenários que ainda são fontes de incertezas: avanço das reformas debatidas no Congresso e de um ambiente externo favorável”, pondera Pinheiro.

O Indicador de Confiança do SPC Brasil e da CNDL é baseado nas avaliações dos micro e pequenos empresários sobre as condições gerais da economia brasileira e também sobre o ambiente de negócios, além das expectativas para os próximos seis meses tanto para a economia quanto para suas empresas.

Luz no fim do túnel

O patamar de confiança nas condições gerais da economia cresceu no último mês de novembro, mas permanece abaixo do nível neutro de 50 pontos. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, o indicador saltou de 21,5 pontos para 30,8 pontos na escala. Já na comparação mensal, cresceu de 30,4 pontos para os atuais 30,8 pontos.

Em termos percentuais, 67,1% dos micro e pequenos empresários acreditam que a situação da economia piorou nos últimos três meses, e 58,9% consideram que a situação do seu próprio negócio passou a enfrentar dificuldades neste mesmo período considerado.

Mesmo diante de um retrospecto ruim, tanto da economia quanto dos negócios, as perspectivas para o futuro apontam para uma melhora, na visão do empresariado.

Em novembro, o indicador de Expectativas alcançou 64,8 pontos, índice bastante acima do resultado observado no mesmo mês de 2015, quando registrara 50,8 pontos. Em outubro de 2016, ele marcou 65,7 pontos.

“A conclusão a que se chega é que, mesmo diante de um cenário ruim, muitos empresários nutrem esperanças para o futuro da economia e, em particular, do seu negócio. A percepção geral é de que a situação econômica continua bastante aquém do ideal, com consumidores e empresários passando por dificuldades, cenário idêntico ao do ano passado. O que se pode apontar, por ora, é o início de um processo de reversão de expectativas”, explicaou Honório.

Em termos percentuais, 64,6% dos micro e pequenos empresários se dizem confiantes no desempenho de seu negócio nos próximos seis meses, enquanto 58,5% manifestam confiança no desempenho da economia. Entre os otimistas com a economia, a maior parte, contudo, não sabe explicar suas razões. Dizem apenas acreditar que as coisas irão acontecer (38,5%).

Há também os que mencionam os sinais de melhora de alguns indicadores econômicos (31,4%) e os que acreditam no fim da crise política (14,1%). Mais da metade dos micro e pequenos empresários (50,5%) acredita que o faturamento de suas empresas irá crescer nos próximos seis meses. Apenas 6,2% projetam queda nas receitas durante esse intervalo.

Dentre os 17,9% de entrevistados que manifestam pessimismo com a situação macroeconômica do país, as incertezas políticas são a razão mais citada para a falta de confiança (43,4%). Entre os que apresentam expectativas positivas com relação ao seu negócio, novamente uma parcela expressiva não sabe explicar a razão de seu otimismo (35,0%).

Destacam-se também os 25,3% que veem sinais de melhora de alguns indicadores econômicos e os que dizem estar fazendo uma boa gestão do próprio negócio (19,5%).

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