Foto: reprodução/Facebook

A Polícia Civil descobriu que os celulares de Diogo Costa Coelho e Andrielly Gonçalves da Silva foram desligados logo após o desaparecimento da estudante de Direito, na madrugada do dia 9 de abril, e quando o celular da jovem voltou a responder mensagens, já não era ela quem respondia. Além disso, câmeras de segurança mostram que os dois saíram juntos do apartamento onde Andrielly morava, no bairro Guaraituba, em Colombo, na região metropolitana de Curitiba, antes do sumiço.

O delegado Reinaldo Zequinão, da delegacia do Alto Maracanã, afirmou que as investigações estão avançadas, mas mesmo que ainda não seja possível afirmar, a principal suspeita é de que Andrielly não esteja viva.

Zequinão também falou sobre o pedido de prisão contra o policial militar que era companheiro da jovem. Ele foi detido no último sábado e a prisão temporária é válida por 30 dias.

Em depoimento aos policiais civis, Diogo não quis falar nada e se preservou no direito de permanecer em silêncio, mesmo assim, a polícia acredita que tem provas para incriminar o policial militar.

A polícia acredita que o policial militar já tinha premeditado o crime.

Além dos celulares e dos vídeos de câmeras de segurança, o carro de Diogo foi apreendido e nele foram encontradas manchas de sangue, que podem auxiliar nas investigações.

Repórter William Bittar

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