Bill Gates fez 5 previsões em 1999 – e é assustador como ele acertou!

julho 18, 2017
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Bill Gates fez 5 previsões em 1999 – e é assustador como ele acertou!

Em 1999, Bill Gates escreveu um livro intitulado Business @ the Speed ​​of Thought, ou Empresa na Velocidade do Pensamento, em português. Nele, Gates fez várias previsões audaciosas que, na época, poderiam parecer ultrajantes. 

Veja 5 previsões que Gates fez há quase 20 anos – e quão perto elas chegaram de ser verdade.

1- Sites de comparação de preços

Previsão de Gates: “Os serviços automatizados de comparação de preços serão desenvolvidos, permitindo que as pessoas vejam os preços em vários sites, tornando mais fácil encontrar o produto mais barato para todas as indústrias”.

O que vemos agora: você pode procurar facilmente um produto no Google ou na Amazon e obter preços diferentes. Sites como Trivago e Nextag são construídos especificamente para comparar os preços.

2 – Celulares

Previsão de Gates: “As pessoas vão transportar pequenos dispositivos que lhes permitem manter contato constante e fazer negócios eletrônicos de onde quer que estejam. Eles poderão verificar as notícias, ver os voos que reservaram, obter informações dos mercados financeiros e fazer qualquer outra coisa nesses dispositivos“.

O que vemos agora: smartphones, e agora smartwatches, que fazem tudo isso.

3 – Pagamentos instantâneos, financiamento on-line e cuidados médicos através da Web

Previsão de Gates: “As pessoas vão pagar suas contas, cuidar de suas finanças e se comunicar com seus médicos pela internet“.

O que vemos agora: a tecnologia não conseguiu mudar os cuidados de saúde da maneira como a Uber mudou o transporte, mas sites como o ZocDoc visam facilitar a obtenção de um médico e agendamento. Startups como One Medical e Forward estão tentando mudar o que é o consultório médico, oferecendo assinaturas mensais para cuidados de saúde on-line baseados em dados. Você também pode pedir dinheiro emprestado on-line facilmente e efetuar pagamentos através de sites com…

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Maria Victoria (PP) diz que protesto em casamento foi financiado por partidos e sindicatos de esquerda

Maria Victoria (PP) diz que protesto em casamento foi financiado por partidos e sindicatos de esquerda


A polêmica se estendeu durante a semana passada. Uma grande estrutura metálica foi montada na entrada do Palácio Garibaldi, edifício histórico em homenagem a imigração italiana, e que foi concluído em 1904.

A estrutura era para o casamento da deputada Maria Victoria. A legislação proíbe qualquer tipo de construção que impeça a total visibilidade de imóveis tombados pelo patrimônio histórico. A Secretaria de Estado da Cultura realizou uma vistoria, não verificou irregularidades, autorizou a obra, mas disse que como não houve pedido formal para a instalação, decidiu multar a Sociedade Garibaldi, responsável pelo prédio.

Em nota, a Sociedade informou que é a maior interessada na preservação do prédio, e não permitiria qualquer tipo de depredação. Maria Victoria disse na semana passada que o local foi escolhido pelos laços históricos que a família dela tem com a Sociedade Garibaldi. No dia do casamento, na sexta-feira, houve muita confusão.

O ato começou por volta das 18h30, quando os convidados ainda chegavam para a cerimônia. A solenidade foi na Igreja do Rosário, a poucos metros do Palácio Garibaldi.

A manifestação foi organizada pelas redes sociais, com participação de sindicatos. No começo da cerimônia religiosa, os manifestantes gritavam palavras de ordem.

A confusão começou quando Maria Victoria deixava a igreja. Quando ela entrava em uma van diversos objetos foram arremessados. A PM acompanhou, em determinado momento foram usados cassetetes e bombas de efeito moral. Os convidados também foram hostilizados.


Leia a nota de Maria Victoria na íntegra

Tudo transcorreu dentro da normalidade na cerimônia religiosa e na recepção aos convidados. Apenas o trajeto que os noivos fariam a pé da Igreja do Rosário ao Palácio Garibaldi foi alterado pela ação dos manifestantes.

Lamentamos as agressões físicas e verbais a alguns convidados, porém é o preço da democracia.

A pré-candidatura de Cida Borghetti ao Governo do Paraná foi a motivação dos protestos incentivados e financiados pelos partidos e sindicatos de esquerda.

Clique para exibir o slide.

Mais informações em breve.

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Advogado é impedido de entrar em bar por estar vestido “como um segurança”

Advogado é impedido de entrar em bar por estar vestido “como um segurança”


Juliano Trevisan contou que, na última quinta-feira, saiu de um evento de advogados e foi ao James Bar, no bairro Batel. O traje escolhido para aproveitar a noite com os amigos foi camisa manga curta preta, calça social, sapato marrom, e gravata preta. Na entrada do bar, Juliano foi barrado por um funcionário.

Ele teria dito que o advogado não poderia entrar com aquela roupa, pois seria confundido com um segurança dentro da casa noturna. Um segurança, que estava do lado e tinha um rabo de cavalo, ainda teria dito a Juliano que o problema não era com o cabelo comprido do advogado. Juliano preferiu não argumentar e foi embora com os amigos. Somente ao entrar no carro ele percebeu que foi vítima de discriminação e preconceito racial.

“Me sinto humilhado, olhei mil vezes minha roupa, até entender que o problema não é minha roupa, não é meu estilo, não sou eu”, escreveu o advogado. Ele disse que muitas pessoas que vão ao James usam camisa e gravata e nem por isso são barradas. Juliano classificou a atitude dos funcionários de “parcial e amadora”.

Em nota, o James Bar lamentou o episódio e disse que impedir a entrada do advogado foi uma atitude errada e arbitrária de dois funcionários, que já foram demitidos. O texto diz o seguinte, abre aspas, Por mais que tentemos nos colocar no lugar do Juliano, não vamos conseguir entender a sensação de humilhação que ele sentiu no momento. Mas imaginamos algo muito triste e distante do que sempre queremos para todos. Toda vez que vocês pisam no James, desejamos que se sintam especiais, acolhidos e livres, fecha aspas.

A postagem de Juliano teve grande repercussão no Facebook. Já são quase dois mil compartilhamentos e mais de mil comentários. A página do James Bar também foi alvo de comentários negativos e críticas a conduta dos funcionários da casa.

Repórter Tabata Viapiana

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FAS intensifica atendimento a população de rua nos próximos dias

FAS intensifica atendimento a população de rua nos próximos dias


A Fundação de Ação Social, a FAS, divulgou nesta segunda-feira que foi montado um esquema especial de atendimento de pessoas em situação de rua nos próximos dias, diante da previsão de quedas de temperaturas e noites bem frias.

Segundo a Prefeitura de Curitiba, o serviço de busca ativa será intensificado, com o objetivo de convencer mais pessoas a irem para abrigos. O trabalho vai ficar concentrado na região central da cidade, que abriga 62% da população de rua.

Seis equipes vão fazer este serviço, das sete às onze da noite. Além deles, cinco equipes vão realizar os atendimentos que chegam por meio da Central 156, por onde a população pode avisar a presença de pessoas nesta situação.

As pessoas que aceitarem o atendimento serão encaminhadas para seis unidades de acolhimento. Elas poderão ficar até a manhã seguinte nas estruturas. Para os casos de crianças e adolescentes em situação de rua, a FAS vai acionar os conselhos tutelares para o atendimento específico.

Repórter Joyce Carvalho

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Pronto Atendimento e Centro Obstétrico da Maternidade Victor Ferreira do Amaral ficam fechados até o dia 31

Pronto Atendimento e Centro Obstétrico da Maternidade Victor Ferreira do Amaral ficam fechados até o dia 31


A Maternidade Victor Ferreira do Amaral, localizada na Avenida Iguaçu, no bairro Água Verde, vai ficar fechada a partir de hoje. A medida vale até o dia 31 de julho para a realização de obras de melhoria. A intervenção será realizada na estrutura física do Centro Obstétrico. Além desta unidade, o Pronto Atendimento da Maternidade também terá as atividades suspensas até o fim do mês.

A maternidade faz parte do Complexo do Hospital de Clínicas, na Universidade Federal do Paraná. As pacientes que têm como referência a Maternidade Victor Ferreira do Amaral devem procurar a Maternidade do HC neste período de obras. De acordo com o HC, a Secretaria Municipal de Saúde já foi informada sobre as obras.

Até o dia 31 de julho, continuam funcionando normalmente na Maternidade Victor Ferreira do Amaral o ambulatório de pré-natal, a ecografia e a internação da Neonatologia.

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (41) 3312-5000.

Repórter Joyce Carvalho

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O segredo do Google (e de outras empresas) para manter um time mais focado e produtivo

O segredo do Google (e de outras empresas) para manter um time mais focado e produtivo


Você já parou para pensar o quanto seus pensamentos interferem no ambiente que você está? Antes de entrar na próxima reunião preocupado com algo que ficou do lado de fora, conheça o mindfulness.

Por que será que as reuniões sempre são as vilãs e todo mundo as considera uma perda de tempo? Por que será que o tão desejado foco é muito difícil de se conseguir e manter? Como podemos melhorar nossa produtividade no trabalho apenas ampliando nossa capacidade de observação? Há uma maneira de nossos problemas extra profissionais interferirem menos no nosso ambiente de trabalho?

Baixe gratuitamente a ferramenta de Planejamento Estratégico Pessoal

Essas questões são recorrentes no nosso dia a dia profissional. Chade-Meng Tan, engenheiro do Google, criou uma técnica para melhorar a qualidade da atenção das pessoas que deu origem ao livro Search Inside Yourself. Desde então, centenas de profissionais do Google passaram a ser treinados nessa téc​nica, que hoje se expandiu para outras empresas.

Na verdade, tudo se refere à metodologia de ajudar a pessoa a identificar seus estados emocionais, e a partir disso, não se tornar refém, mas “senhora” dos seus estados mentais

Hoje, no mundo todo, vive-se um dilema de como crescer a produtividade no trabalho, e ao mesmo tempo respeitar as individualidades e as necessidades de vida e lazer dos colaboradores. A técnica desenvolvida no Google ajudou em muito as pessoas a participarem da jornada de trabalho, percebendo seu estado mental.

Imagine, por exemplo, que você tem uma reunião marcada com o time de lideranças da sua empresa. Nesse dia, você está muito preocupado com a sua filha que não está indo bem na escola. Essa preocupação afeta diretamente o jeito como você se relaciona na reunião. Imagine que um dos seus funcionários também entra na reunião contaminado pelo ciúme doentio que está sentindo da mulher. No final das contas, temos duas pessoas com estados mentais bem alterados, e agindo não de acordo com suas verdades pessoais, mas de acordo com os efeitos provocados por esses estados mentais. Nesse caso, teríamos um preocupado com a filha conversando com um ciumento. E o assunto da reunião em si, ficaria completamente contaminado por esses estados mentais.

É assim que funciona a técnica de Chade-Meng Tan, que para outros dá-se o nome de mindfulness, traduzido como “atenção plena”.

A ideia é que, voltando sua mente para o presente, você sai da “contaminação” dos seus estados mentais desmobilizadores, e volta para o que deve ser feito naquele momento.

No caso, o foco na reunião de trabalho.

Cria-se um certo distanciamento de você para com seus pensamentos. Você se torna o observador, e assim não se identifica com os estados mentais que não contribuem para o momento. O mais importante de tudo é que isso não se consegue apenas lendo o livro, ou num seminário de fim de semana.

Exige prática constante, para que a técnica vire um modo de viver

No dia a dia, isso promove uma evolução na qualidade do ambiente de trabalho, na sua função como líder e na produtividade, pois pessoas mais equilibradas trabalham melhor, dispensam energia com o que realmente importa, e não o que seus impulsos internos a levam a fazer.

É fundamental que o líder da empresa entenda e evolua nesses conceitos, pois nada pior que o líder estar contaminado de pensamentos inconstantes. Isso irá gerar uma insegurança na equipe e falta de senso de objetividade. É por isso que, nos fóruns mais avançados sobre liderança, o principal mantra é que

A qualidade do estado mental do líder é que diferencia a boa liderança

Portanto, vamos ficar atentos ao que passa na nossa cabeça. Pois se isso contaminar nossas ações, estaremos sendo reféns dos nossos pensamentos, e assim, toda a empresa padece. Preste atenção nos seus pensamentos. Sua empresa e seu time vão agradecer.

Já que estamos falando de maneiras de melhorar ambiente e produtividade, vamos explorar ainda mais o assunto, agora olhando para os funcionários que trabalham com você.

Muitas empresas buscam cursos e mais cursos para capacitar seus colaboradores. Penso que os cursos como capacitadores são muito bons, mas para evoluir para uma cultura de positividade e performance, tenho minhas dúvidas, pois o curso é algo de tiro rápido que abre a cabeça do colaborador, mas não o faz incorporar no dia a dia novos conceitos de forma mais permanente.

Vou dar um exemplo do que digo. Certa vez, fui a um restaurante e fiquei muito impressionado com a qualidade do atendimento. Chamei o garçom e pedi a “fórmula para aquele serviço todo”.

– Senhor, aqui todo dia eu levo a caixinha para casa. A caixinha paga a minha condução, e ainda sobra, repito: todo dia. Além disso, diariamente o gerente junta toda a equipe, antes de abrirmos para o almoço e para o jantar, repassa todos os pontos importantes no atendimento e nos diz o que deve ser melhorado em relação à refeição anterior.

Ou seja, podemos traduzir a fala do garçom em dois elementos: recompensa condizente com sua atuação no dia e treinamento contínuo. Este sim é um jeito que acredito, que move as organizações para além do “eu falo”, mas “não faço”.

Outro ponto importante na evolução de uma cultura feliz e produtiva, acredito que seja praticar o “ouvir” por parte da liderança. Durante toda minha carreira, aprendi que o que mais motiva as pessoas é o senso de ser ouvido, fazer parte, ter voz ativa nas organizações. Nada mais recompensador para o colaborador do que ir para casa todo dia sentindo que faz parte do todo, está super bem inserido no grupo social que é a empresa, e que suas opiniões têm valor. E isso só pode ser conseguido com um “ouvir” genuíno e constante por parte dos líderes.

Ainda na linha das boas práticas de liderança, não nos esqueçamos da máxima “walk as you talk”. O exemplo ainda é uma das melhores maneiras de fazer a cultura evoluir. Lembra como seus filho aprende? Olhando para o que você faz, e não apenas o que você fala.

No fazer, aparece a “verdade verdadeira”, no falar, a chance de “fake speachs, é enorme. E isso é fatal para uma cultura empresarial.

Resumindo, vamos prestar atenção nos nossos estados mentais, recompensar a equipe de acordo com seu desempenho, praticar a conversa diária para melhorias constantes, ouvir, ouvir, ouvir, e ser totalmente coerente no que você fala e faz.

Acho que já temos um bom começo para a tão desejada cultura feliz e produtiva.

Para se aprofundar, veja também:

Ferramenta | Autoconhecimento Empreendedor

Curso Online | Como desenvolver times de alta performance

Planejamento Estratégico Pessoal: ferramenta

*Este artigo é uma parceria de produção entre Endeavor e Sebrae

Correalização:

Logo-Sebrae-SITE (1)

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Ex-diretor da Administração dos Portos é preso em operação do Gaeco em Antonina

Ex-diretor da Administração dos Portos é preso em operação do Gaeco em Antonina


Um ex-diretor da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina foi preso na manhã desta sexta-feira (14) durante operação do Gaeco.

Outras duas pessoas também foram detidas durante a ação do grupo de combate ao crime organizado, ligado ao Ministério Público.

Com a deflagração da Operação À Deriva, foram cumpridos os três mandados de prisão (duas preventivas e uma temporária) além de nove ordens de busca e apreensão. Foram cumpridas no Terminal Portuário de Ponta do Félix, em um escritório de advocacia, em uma empresa e em seis residências, nas cidades de Antonina, Pontal do Paraná, Paranaguá, Pinhais e Curitiba.

Conforme as informações já divulgadas, as investigações buscam apurar crimes de corrupção ativa e passiva e associação criminosa no setor portuário de Antonina.

Segundo o MP, as prisões seriam um desdobramento de investigações sobre o pagamento de propina a políticos do litoral.

Mais detalhes devem ser revelados em coletiva de imprensa, marcada para as 16h.

 

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Jorge Paulo Lemann: “Nosso negócio não é cerveja, nem hambúrguer ou ketchup, é gente”

Jorge Paulo Lemann: “Nosso negócio não é cerveja, nem hambúrguer ou ketchup, é gente”


Foi como um encontro de sócios: confira as principais lições de Jorge Paulo Lemann sobre cultura de alta performance e gestão de pessoas que inspiraram os empreendedores da rede da Endeavor. 

Um dos fundadores do 3G Capital, Jorge Paulo Lemann é conhecido pelas gigantes aquisições realizadas nos últimos anos e pelo apurado senso de oportunidade, que deram a ele e seus sócios o controle de grandes companhias como a Kraft Heinz, o Burger King e a maior cervejaria do mundo: a AB InBev.

Podem passar os anos, mudar o foco dos investimentos e até o valor das aquisições, mas uma coisa Jorge Paulo Lemann sempre acreditou:

Quem faz uma empresa são as pessoas

Com esse tema em mente, não faltaram perguntas relacionadas à cultura e gestão no bate-papo que ele fez com empreendedores e mentores da rede da Endeavor neste ano.

Quer conhecer histórias inspiradoras de grandes empreendedores como Luiz Seabra? Assista ao Day1 2017

Veja algumas das principais lições desse papo!

1) Nós não criamos novos negócios. Criamos novas oportunidades para as pessoas crescerem

“Nós temos treinamento de trainees e gente muito jovem porque queremos ter pessoas dentro de casa que são capazes de realizar o crescimento que nós acreditamos ser possível. Nossa máquina depende sempre de gerar oportunidades para os jovens que treinamos, que são excepcionais e têm muita sede por desafios. É por isso que nós somos sempre obrigados a inventar novidades que dão oportunidades para as pessoas que trabalham conosco. Talvez seja essa a razão de termos todo ano mais de 100 mil candidatos a trainee para as 40 vagas da Ambev.”

2) Reúna o time certo e você vai andar mais rápido

“É difícil fazer alguma coisa sozinho. Juntando o time certo você anda mais rápido e vai mais longe. Quando eu comecei no mercado financeiro, com grandes bancos dominantes e sem muito espaço, a oportunidade que vi foi atrair a melhor equipe possível: Claudio Haddad, Beto [Sicupira], Marcel [Telles], André Lara Resende…Pessoas excepcionais que ajudaram a construir o negócio.”

3) Em uma cultura, tem que ter competitividade e colaboração

“O ideal é uma mistura das duas [competição e colaboração], mas também é importante mensurar qual você quer ver mais presente. A Ambev atrai quem gosta de competir e esse estilo tem funcionado bastante. Mas, mesmo por lá, os bônus dependem dos resultados gerais, o que faz as pessoas cooperarem entre si para que todos atinjam os resultados. É preciso adaptar sua empresa para a cultura que der mais resultados.”

4) Na aquisição de novas empresas, sempre surge uma cultura híbrida

“Nas empresas que adquirimos, entrevistamos os executivos principais, apresentamos a nossa cultura e eles apresentam a deles. Então, entendemos o que dá para modificar e adaptar. Na Heinz, por exemplo, uma empresa de 10 mil funcionários, levamos 50 pessoas, conversamos com quem estava lá e chegamos em uma cultura comum. Nesse processo, muitas pessoas mais antigas foram embora, por isso foi mais fácil implementar algo mais próximo do que nós somos mesmo com apenas 50 pessoas.”

Confira os melhores momentos da conversa!

“Nosso negócio é gente”

 

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=gXfVmpkIqZ8?ecver=2]

“Empreendedorismo e educação fazem um país”

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=drMVOw7ZWT8?ecver=2]

“Adoraria ser um empreendedor de tecnologia”

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=5AYalgYxqU0&w=640&h=360]

O que Lemann admira em Beto Sicupira e Marcel Telles

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=29NeeH3ipUQ&w=640&h=360]

Para se aprofundar:

Guga para Lemann: “Vibra na minha cabeça essa obrigação de trazer coisas boas ao meu país”

Day1 de J. P. Lemann: O que não aprendi em Harvard

Ferramenta | Formação de equipes empreendedoras

Day1 2017

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Jorge Paulo Lemann: “Nosso negócio não é cerveja, nem hambúrguer ou ketchup, é gente”

Jorge Paulo Lemann: “Nosso negócio não é cerveja, nem hambúrguer ou ketchup, é gente”


Foi como um encontro de sócios: confira as principais lições de Jorge Paulo Lemann sobre cultura de alta performance e gestão de pessoas que inspiraram os empreendedores da rede da Endeavor. 

Um dos fundadores do 3G Capital, Jorge Paulo Lemann é conhecido pelas gigantes aquisições realizadas nos últimos anos e pelo apurado senso de oportunidade, que deram a ele e seus sócios o controle de grandes companhias como a Kraft Heinz, o Burger King e a maior cervejaria do mundo: a AB InBev.

Podem passar os anos, mudar o foco dos investimentos e até o valor das aquisições, mas uma coisa Jorge Paulo Lemann sempre acreditou:

Quem faz uma empresa são as pessoas

Com esse tema em mente, não faltaram perguntas relacionadas à cultura e gestão no bate-papo que ele fez com empreendedores e mentores da rede da Endeavor neste ano.

Quer conhecer histórias inspiradoras de grandes empreendedores como Luiz Seabra? Assista ao Day1 2017

Veja algumas das principais lições desse papo!

1) Nós não criamos novos negócios. Criamos novas oportunidades para as pessoas crescerem

“Nós temos treinamento de trainees e gente muito jovem porque queremos ter pessoas dentro de casa que são capazes de realizar o crescimento que nós acreditamos ser possível. Nossa máquina depende sempre de gerar oportunidades para os jovens que treinamos, que são excepcionais e têm muita sede por desafios. É por isso que nós somos sempre obrigados a inventar novidades que dão oportunidades para as pessoas que trabalham conosco. Talvez seja essa a razão de termos todo ano mais de 100 mil candidatos a trainee para as 40 vagas da Ambev.”

2) Reúna o time certo e você vai andar mais rápido

“É difícil fazer alguma coisa sozinho. Juntando o time certo você anda mais rápido e vai mais longe. Quando eu comecei no mercado financeiro, com grandes bancos dominantes e sem muito espaço, a oportunidade que vi foi atrair a melhor equipe possível: Claudio Haddad, Beto [Sicupira], Marcel [Telles], André Lara Resende…Pessoas excepcionais que ajudaram a construir o negócio.”

3) Em uma cultura, tem que ter competitividade e colaboração

“O ideal é uma mistura das duas [competição e colaboração], mas também é importante mensurar qual você quer ver mais presente. A Ambev atrai quem gosta de competir e esse estilo tem funcionado bastante. Mas, mesmo por lá, os bônus dependem dos resultados gerais, o que faz as pessoas cooperarem entre si para que todos atinjam os resultados. É preciso adaptar sua empresa para a cultura que der mais resultados.”

4) Na aquisição de novas empresas, sempre surge uma cultura híbrida

“Nas empresas que adquirimos, entrevistamos os executivos principais, apresentamos a nossa cultura e eles apresentam a deles. Então, entendemos o que dá para modificar e adaptar. Na Heinz, por exemplo, uma empresa de 10 mil funcionários, levamos 50 pessoas, conversamos com quem estava lá e chegamos em uma cultura comum. Nesse processo, muitas pessoas mais antigas foram embora, por isso foi mais fácil implementar algo mais próximo do que nós somos mesmo com apenas 50 pessoas.”

Confira os melhores momentos da conversa!

“Nosso negócio é gente”

 

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=gXfVmpkIqZ8?ecver=2]

“Empreendedorismo e educação fazem um país”

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=drMVOw7ZWT8?ecver=2]

“Adoraria ser um empreendedor de tecnologia”

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=5AYalgYxqU0&w=640&h=360]

O que Lemann admira em Beto Sicupira e Marcel Telles

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=29NeeH3ipUQ&w=640&h=360]

Para se aprofundar:

Guga para Lemann: “Vibra na minha cabeça essa obrigação de trazer coisas boas ao meu país”

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5 formas de desenvolver uma cultura de compliance de verdade para o seu negócio

5 formas de desenvolver uma cultura de compliance de verdade para o seu negócio


Quais são as regras e a ética que fazem sua empresa ser o que é? Deixar isso claro para todos os funcionários, clientes e fornecedores pode te livrar de uma armadilha: a do oportunismo.

Todo empreendedor idealiza uma cultura para a sua empresa. O que talvez você não tenha se dado conta é que mesmo quando não a está conscientemente criando, ela já está se desenvolvendo. Se você ainda não pensou sobre isso, recomendo que reflita e quero aqui ajudar com alguns caminhos.

1. Deixe as regras claras por escrito

Em um jogo, quando as regras não estão claras desde o início, cada um decide o caminho a seguir. E aqueles que estão mais à frente terminam impondo as próprias regras e influenciando os que vêm logo atrás.

Numa empresa, o fato de os padrões e as políticas culturais não partirem dos seus idealizadores abre espaço para que profissionais com maior liderança, que podem estar motivados pelo oportunismo, determinem os princípios da cultura. E isso pode se tornar um grande problema organizacional.

Mesmo os funcionários mais alinhados com o seu negócio, que explicitamente se comprometem com os interesses da empresa, pautam suas ações em busca dos próprios interesses.

Explicar onde terminam os interesses da empresa e onde começam os interesses pessoais é fundamental e parte de uma cultura de compliance bem definida.

Se isso não ficar claro, você corre o risco de ter cada vez mais profissionais defendendo os seus próprios interesses, mesmo que isso contrarie os interesses organizacionais.

Por outro lado, quando você assume que existe a possibilidade do oportunismo, você também assume que pode controlá-lo. É a regra clássica da gestão: o que não pode ser medido não pode ser controlado.

2. Observe o dia a dia da sua organização

Para criar uma cultura ética de fato, que não serve apenas para “inglês ver”, e contribui de forma positiva para o desenvolvimento do seu negócio, é necessário observar o dia a dia da empresa, vivenciado pelos funcionários, e o que se busca construir. Construir este ambiente depende do uso de ferramentas de diagnóstico e controle efetivas.

Um ponto importante a levar em consideração, que reflete diretamente na confiança dos funcionários na empresa, é prevenção de situações de privilégio de uns, em detrimento de outros.

3. Considere a cultura do lugar onde a empresa está inserida

Antes mesmo de considerar a cultura organizacional, precisamos considerar a cultura nacional em que a empresa está inserida.

Considerando o contexto do nosso país, é inevitável falar do “jeitinho brasileiro”, que se refere à tentativa de proveito em detrimento de outro. Geralmente associamos o “jeitinho” com atos de corrupção ou algo gênero, mas ele está inerente em outras ações também, como quando um trabalhador tenta diminuir sua carga de trabalho gastando horas do seu tempo [remunerado] para navegar em redes sociais, sobrecarregando o seu colega de trabalho, mas de qualquer forma, sendo recompensado normalmente.

Este comportamento pode prejudicar o desempenho de quem está sendo justo com sua carga laboral. O trabalhador prejudicado tenderá a diminuir sua carga, na tentativa de igualar com o outro. Esse ciclo pode gerar um afrouxamento sistêmico aos objetivos de produção da organização.

4. Tenha objetivos claros e métodos de mensuração e avaliação bem definidos

Obviamente nenhum empresário quer investir seu tempo (escasso) no controle de horas de trabalho de seus colaboradores, mesmo porque quer acreditar que o trabalhador será honesto com seu tempo dedicado para a empresa versus o tempo dedicado aos seus assuntos pessoais. Caso queira controlar esse tempo, tende a gerar um clima de desconfiança e desmotivação.

Uma das formas de gerir esta situação é definindo metas que deixam a cargo do trabalhador a gestão do seu tempo.

Neste contexto, pode surgir um outro tipo de “oportunismo”: é quando alguns gerentes operam o sistema para tirar maior proveito dos trabalhadores, sem viabilizar as condições para alcançar essas metas, proferindo a famosa frase “te vira!”, ou ainda “não quero saber como você vai atingir a meta, apenas atinja!”.

Você já ouviu falar no Efeito Cobra? Descubra se suas metas estão jogando contra você

Esse tipo de oportunismo pode impulsionar o trabalhador a agir de forma antiética na empresa, pois está sob pressão da meta estabelecida. E aqui temos a primeira porta aberta para o assédio entrar.

5. Aprenda a dominar o oportunismo

Seja controlando as horas, ou mesmo deixando a cargo do colaborador administrar o seu tempo, em ambos os casos há riscos de conflito e oportunidades do desenvolvimento de dilemas éticos.

Para entender se a empresa está sob ataque do oportunismo, precisamos buscar compreender a influência do ambiente no indivíduo, que segundo a análise do comportamento, se dá pela compreensão dos seus três níveis influenciadores:

  1. A espécie (filogenética) – por meio do comportamento imitativo e da modelagem, os membros de uma espécie tendem a ser mais suscetíveis e influenciados por determinados padrões comportamentais segundo o modelo operante;
  2. A vida do indivíduo (ontogenética) – refere-se a comportamentos que são selecionados pelo indivíduo por seu grau de importância em sua vida, não apenas por sobrevivência;
  3. A cultura (práticas culturais) – são seleções baseadas em contexto social que dependem da participação de mais um indivíduo, possibilitando assim, por meio do comportamento verbal, o conhecimento do mundo (subjetividade) não somente pela experiência própria, mas pela experiência dos outros, os quais não precisam sequer estar presentes fisicamente.

Assim, ao analisar o oportunismo, é importante compreender o comportamento dos membros da organização — funcionários, clientes, sócios e fornecedores –, tomando-a por uma visão de ordem complexa, e não apenas de maneira binária ou sem considerá-la inserida em um contexto. O conjunto de todas essas características é o que compõe a cultura organizacional.

Cultura de Compliance definida, agora é hora de escalar a sua compreensão, junto com o crescimento da empresa.

A interpretação da cultura organizacional determina a ordem social — o que é considerado certo, errado ou aceitável naquele ambiente — por meio de uma programação coletiva. O desenvolvimento de uma cultura de conformidade, ou compliance cultural, identifica a Cultura Ideal versus a Cultura Real.

Para desenvolver essa cultura organizacional pautada pela ética, é preciso considerar os ativadores de comportamentos que levam à conformidade e também ao oportunismo, propondo ações para melhoria e reforço aos valores da organização.

Com as ferramentas certas essa análise assegura:

  • Compreender a cultura organizacional;
  • Analisar os valores da organização, coletivamente;
  • Identificar a relação e a influência do ambiente sobre o comportamento individual;
  • Diagnosticar as possíveis causas de comportamentos desviantes;
  • Identificar as vulnerabilidades da empresa.

No próximo texto vamos falar mais sobre as ferramentas de compliance cultural. Até lá!

Para se aprofundar, veja também:

Cultura ética: o que seus funcionários fazem quando ninguém está olhando

Curso Online | Liderança: Como desenvolver times de alta performance

Ferramenta de Gestão Check-up

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