5 formas de conduzir um lançamento (e pós-lançamento) de produto com maestria

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O ciclo de desenvolvimento de um produto não termina quando ele é lançado: entenda como conduzir um processo eficiente e sem imprevistos.

Chegou o dia do lançamento! Estoure o champanhe e abrace os colegas de time, já pode todo mundo ir pra casa… certo?

Não, você sabe que não. A parte mais difícil pode até ter ficado para trás, mas a jornada está só começando. E assim será a cada novo ciclo, nova funcionalidade, novo protótipo. O objetivo de uma equipe de produto nunca deve ser lançar algo, e sim fazer esse “algo” ser bem utilizado e agregar valor ao cliente.

É por isso que o lançamento representa uma nova fase de pedir e receber feedbacks, iterar e acompanhar resultados. Aqui vão 5 dicas para que esse processo ocorra da forma mais suave possível:

1. Vá por etapas

Conduzir um desenvolvimento ágil não significa entregar um feature meia-boca ou um produto inacabado. Significa lançá-los com a maior qualidade possível (e é bom que a barra seja alta!) e fazer iterações de acordo com o retorno dos usuários sobre esse lançamento.

Mas esses usuários também podem ser segmentados, para que a estreia seja gradual, testes sejam controlados, e os times não sejam inundados de informações e questionamentos de todos os clientes de uma só vez.

No Dropbox, por exemplo, eles seguem 4 passos toda vez que uma nova versão para desktop está pronta:

  • Colaboradores da empresa têm acesso prévio à novidade
  • Participantes selecionados de um fórum passam a utilizá-la
  • Novos cadastrados recebem a versão atualizada ao criarem suas contas e baixarem a plataforma
  • Atualizações automáticas ocorrem para o restante dos usuários, assim os engenheiros podem ter uma visão mais completa sobre a aceitação da versão no mercado
  • Cada etapa tem seu tempo de latência, assim é possível monitorar performance, taxas de regressão e falhas. E antes de avançar para a próxima, o produto deve evoluir e demonstrar progresso nessas métricas.

    Marcos Peres, ge…

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    Suspeito de matar dono de lotérica no Juvevê é preso

    Suspeito de matar dono de lotérica no Juvevê é preso

    Foto: Divulgação/Polícia Civil

    O suspeito de assassinar o dono de uma lotérica no bairro Juvevê, em julho de 2016, foi preso neste fim de semana, em Ponta Grossa. A prisão aconteceu no bairro Cará-cará, onde o homem vivia.

    O crime aconteceu no dia 9 de julho de 2016. O dono da lotérica, de 48 anos, foi morto com sete facadas.

    O homem entrou armado na lotérica, na Avenida João Gualberto, e rendeu o comerciante e mais dois clientes. Conforme relatos, o suspeito mandou as testemunhas deitarem de costas, que só perceberam o crime quando o dono da lotérica caiu no chão.

    Apesar de ter sido tratado inicialmente como latrocínio, o crime segundo o delegado-operacional André Feltes, da Delegacia de Furtos e Roubos, teria motivação passional.

    Na época do fato, a polícia disse que recolheu imagens de câmeras do comércio local e praticamente esgotou as opções de investigação para prender o homem.

    Embora tenha confessado o crime, como motivação passional, a polícia ainda não descartou o latrocínio, já que o homem teria roubado R$ 300 de uma testemunha.

    O homem segue detido na Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos (DFRV) à disposição da Justiça.

    Repórter Francielly Azevedo

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    E-mail Marketing funciona mesmo? 5 motivos para acreditar!

    E-mail Marketing funciona mesmo? 5 motivos para acreditar!

    O e-mail marketing ainda vive, acredite! Segundo dados da empresa americana de ferramentas em e-mail marketing, a Mailigen, eles entregam 18 vezes mais conversão do que os demais canais.

    Muito se falou do fim desse tipo de comunicação devido a quantidade de e-mails com informações intrusivas e spam. Porém, graças a evolução das ferramentas que visam a otimização dos canais de mídia online, como a automação de e-mail marketing, ele se tornou uma boa opção para captação de leads.

    Com isso, podemos confirmar com todas as nossas forças e, claro, com mais alguns dados estatísticos, que o e-mail marketing tem resultado e gera muito retorno positivo. Veja os motivos:

    1 – Crescimento dos usuários na internet

    Os brasileiros estão cada vez mais na internet, principalmente nos smarthphones. O estudo realizado pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), divulgada pelo IBGE em 2016, relevou que já existem 100 milhões de pessoas conectadas à internet no Brasil.

    Esse dado é totalmente relevante se formos analisar os benefícios que o e-mail marketing traz para as empresas. Estima-se que 91% dos consumidores checam seus e-mails ao menos uma vez por dia. Diante disso, encontramos a necessidade de saber adequar o e-mail, a mensagem e a pessoa certa a quem enviamos.

    Outro fato curioso é que com o uso dos smarthphones cada vez mais alto, propicia que os usuários busquem mais aplicativos, lojas e redes sociais devido a agilidade e praticidade do aparelho. Por isso, o e-mail pode atrair 40 vezes mais leads do que o Facebook ou Twitter, devido a informação ser acessada diretamente pelo consumidor.

    2 – Aumento de compras através da internet

    Como comentamos acima, os usuários buscam cada vez mais produtos e serviços pela internet. De acordo com a pesquisa da Total Retail em 2016, o número de brasileiros que compram online mensalmente superou o dos que consomem em lojas físicas. No total dos 22 mil entrevistados, 38,02% têm o hábito de fazer compras online contra 30,9% que d…

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    Day1 | Mônica Burgos: “quando você entende o que é importante, a coragem vence o medo”

    O que levou Mônica Burgos a fundar a Avatim foi uma busca. A busca por algo mais. Dessa jornada, uma coisa ela aprendeu: se você tem certeza do caminho, não pare por nada. Assista ao seu Day1!

    Mônica sempre viveu um conflito de tempo. De um lado, o impulso de querer fazer tudo de uma vez. Do outro, a sensação de que é preciso desacelerar para entender o que é mais importante em cada etapa. A primeira vez em que precisou pisar no freio foi aos 22 anos, quando seu primeiro filho nasceu. Mas, para chegar nesse momento da história, é preciso como ela chegou até ali.

    A infância de Mônica era de pique-esconde e amarelinha, em Itabuna, cidade do interior da Bahia. Menina moleca que se envolvia em várias atividades e não parava. Além de estudar, ainda jogava no time de handebol da escola, tocava bateria na banda da cidade, fazia aula de crochê, porcelana…chegou até a ser campeã baiana de judô! Aos 11 anos, conheceu um rapaz mais velho que virou seu melhor amigo. Aos 16, percebeu — por uma dica de seu pai — que ele poderia ser seu namorado. Pediu ele em namoro — e ganhou como resposta o seu primeiro beijo. Dois anos depois, já na faculdade de Direito, não via a hora de casar e ter filhos. Queria, antes de tudo, ser mãe.

    Mas quando perguntou ao namorado o que achava do assunto, ele disse que seria melhor esperar a faculdade terminar. Mônica aceitou esperar — mas seu filho não. No último ano do curso, Nagi nasceu.

    Aquele foi o primeiro momento em que Mônica precisou desacelerar. Nagi nasceu com Síndrome de Down, e por conta disso, exigia cuidados redobrados. O que era simples para os outros bebês como mamar, andar e falar, era muito mais difícil para seu filho. Nesse momento, Mônica aprendeu a desacelerar para enxergar a importância das pequenas coisas.

    Passados esses meses mais difíceis, Mônica foi voltando ao seu estado acelerado. Terminou a faculdade e, já com diploma de advogada, começou a trabalhar.

    “Nasceu …

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    Homem se passava por mulher para aliciar jovens e cometer abusos sexuais

    Homem se passava por mulher para aliciar jovens e cometer abusos sexuais

    Foto: Polícia Civil

    A denúncia de uma adolescente de 15 anos, acompanhada pelos avós, no Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente Vítimas de Crimes (Nucria), fez a Polícia Civil chegar até um homem de 40 anos suspeito de cometer abusos sexuais contra jovens de 12 a 17 anos, em Curitiba. A prisão aconteceu em uma casa no bairro Tingui, na última semana.

    De acordo com as investigações, o suspeito se passava por uma mulher pelas redes sociais para chegar até as vítimas. Ele prometia participações em programas de televisão e afirmava que os salários chegariam até a R$ 12 mil.

    A delegada-titular do Nucria, Monica Menster, revelou como funcionava o esquema de aliciamento, conforme o depoimento da adolescente que o reconheceu e ajudou na prisão do homem.

    A delegada chamou a atenção para o fato de que o homem já respondeu pelo mesmo crime na cidade de São Gonçalo, no Rio de Janeiro, onde ele utilizou pelo menos 16 pseudônimos femininos para atrair as jovens. Ele estava em Curitiba há pelo menos quatro anos.

    A Polícia Civil pede para que possíveis vítimas do homem compareçam até o Nucria, na Avenida Vicente Machado, 2560, no Centro de Curitiba, pois pelo notebook e celular do homem existem indícios de que mais de 100 adolescentes possam ter passado pelo mesmo golpe.

    Repórter William Bittar

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