Novo Pacotaço de Richa estabelece “compra da folga” de PMs para aumentar efetivo nas ruas

Foto: Alep

As propostas, que chegaram à Alep na última quinta-feira (03), foram lidas em plenário nesta segunda-feira. Como ocorreu há dois anos, o pacote tramita em regime de urgência. São dois anteprojetos de lei, que segundo o Governo, têm o objetivo de reduzir despesas.

O governo acredita que as ações podem gerar uma economia de aproximadamente R$ 100 milhões por ano. Um dos projetos envolve medidas na segurança pública.

A administração garante que em todos os casos a adesão de Policiais Militares será voluntária. Uma das propostas é a instituição de pagamento de diária por atividade extrajornada.

Segundo o Governo do Estado, isto vai possibilitar o aproveitamento de servidores que estejam em horário de folga. Os que aderirem poderão ter ganho extra mensal de até R$ 2.050,00.

Outra medida é a criação do chamado abono permanência. Seria para evitar que policiais se aposentem precocemente. Um dos argumentos é que seria mais vantajoso para o interesse público incentivar a manutenção de profissionais já formados, qualificados e experientes.

Quem permanecer na ativa receberá abono de permanência em dobro. Além disso, para policiais que estão na reserva remunerada, o governo quer criar o Corpo de Militares Estaduais Inativos Voluntários (CMEIV), para o aproveitamento dos mesmos em atividades internas e na guarda de imóveis públicos.

Neste caso a remuneração adicional seria de R$ 1,5 mil, ampliando os valores referentes à aposentadoria já recebidos. Com estas três propostas, o governo espera economizar R$ 33 milhões.

Mas a oposição questionou as propostas. O líder da bancada, Tadeu Veneri, do PT, disse que os chamados bicos realizados por policiais são irregulares. O deputado se disse ainda preocupado com a saúde dos que aderirem ao programa, por causa da sobrecarga de trabalho.

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Já o líder do Governo, deputado Luis Cláudio Romanelli, do PSB, disse que foram estabele…

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MP denuncia caminhoneiro que provocou acidente com seis mortos na BR-277

Foto: PRF

O Ministério Público do Paraná (MP-PR) apresentou denúncia, nesta segunda-feira (14), contra o caminhoneiro suspeito de ser o responsável por um acidente que provocou a morte de seis pessoas, em maio deste ano. Foi na BR-277, em Balsa Nova, na Região Metropolitana de Curitiba. O motorista chegou a ser preso após o ocorrido, mas foi solto no dia seguinte.

Segundo o MP-PR, ele estava em alta velocidade, próximo a um trecho da rodovia em obras. A denúncia afirma que o motorista ignorou a sinalização que determinava a redução da velocidade no trecho. Sem conseguir frear, ele bateu e prensou alguns automóveis contra caminhões que estavam parados em uma fila.

De acordo com o promotor que ofereceu a denúncia, Eduardo Labruna, o motorista assumiu o risco de matar. Labruna destaca que várias irregularidades foram encontradas no veículo.

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A denúncia pede que o motorista seja condenado por homicídio duplamente qualificado, com dolo eventual, quando a pessoa assume o risco de matar alguém.

Ela está agora com a Justiça, que deverá decidir se aceita ou rejeita o processo. O promotor acredita que, por crianças estarem entre as vítimas fatais, o trâmite do processo deve ser acelerado.

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Repórter Lucian Pichetti

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Projeto do governo que trata da compra da folga de policiais militares é aprovado por deputados estaduais

Foto: PMPR

As propostas que envolvem a segurança púbica foram aprovada por 29 votos favoráveis e 14 contrários no Plenário. As discussões ocorreram em duas sessões, uma delas extraordinária.

O governo garante que em todos os casos a adesão de Policiais Militares será voluntária. Segundo o Governo do Estado, o pagamento de diária por atividade extrajornada vai aumentar o efetivo nas ruas, já que permite o aproveitamento de servidores que estejam em horário de folga.

Os que aderirem poderão ter ganho extra mensal de até R$ 2.050,00. Outra medida é a criação do chamado abono permanência. Seria para evitar que policiais se aposentem precocemente.

Um dos argumentos é que seria mais vantajoso para o interesse público incentivar a manutenção de profissionais já formados, qualificados e experientes.

Quem permanecer na ativa receberá abono de permanência em dobro. Além disso, para policiais que estão na reserva remunerada, foi aprovada a criação do Corpo de Militares Estaduais Inativos Voluntários (CMEIV).

É para o aproveitamento dos mesmos em atividades internas e na guarda de imóveis públicos. Neste caso a remuneração adicional seria de R$ 1,5 mil, ampliando os valores referentes à aposentadoria já recebidos.

Com estas três propostas, o governo espera economizar R$ 33 milhões. Segundo o Líder do Governo na Alep, o deputado Luiz Cláudio Romanelli, do PSB, o objetivo deste conjunto de medidas é manter direitos da categoria diminuindo custos

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A oposição tem criticado os projetos. Tadeu Veneri, do PT, tem afirmado que a proposta do governo é legalizar o bico, que já seria irregular

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A proposta ainda suspende por três anos a realização de concursos públicos para soldado da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros. O projeto recebeu um total de 47 emendas e, com isso, retorna à Comiss…

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Diretores da Itaipu ganham o dobro do teto constitucional

Foto: Divulgação/Itaipu Binacional

Os deputados pressionaram e a Itaipu Binacional informou os salários pagos à cúpula da usina. Tem diretor que ganha o dobro do teto do funcionalismo público do país.

Há muito tempo a Usina Hidrelétrica de Itaipu não presta contas dos salários de seus servidores. A binacional não é fiscalizada pelo Tribunal de Contas da união e, com este argumento, escondia os valores. Por pressão da Comissão de Fiscalização Financeira e Controle (CFFC) da Câmara dos Deputados, a informação veio a público.

O diretor-geral brasileiro da hidrelétrica recebe mensalmente R$ 69.656,35 – em valores brutos. Outros cinco diretores brasileiros de Itaipu recebem cada um R$ 67.254,41. Os valores são praticamente o dobro do teto do funcionalismo público no país: R$ 33.763. Os salários da diretoria da empresa são fixados em comum acordo pela Eletrobras e pela Administración Nacional de Eletricidad, do Paraguai.

Também foram divulgados os valores pagos ao restante da diretoria da usina, a assessores comissionados e a membros do Conselho de Administração. Tem assessor especial que ganha 21 mil reais e assessor de comunicação social com honorário de 24,5 mil.

As informações foram repassadas a partir de um pedido formulado pelo deputado paranaense João Arruda (PMDB).

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No entendimento da usina, Itaipu é uma empresa juridicamente internacional, regida pelo tratado entre Brasil e Paraguai que a criou em 1973 e não faz parte da Administração Pública Federal.

Por meio da assessoria de imprensa, a usina afirmou que, “independentemente de outras considerações de mercado salarial, os honorários dos dirigentes da Itaipu são proporcionais e compatíveis”. Disse também que “Itaipu responde por 16% da energia elétrica consumida no Brasil e por mais de 75% do consumo no Paraguai, tendo faturamento anual bruto de US$ 3,8 bilhões.

Para o deputado João Arruda a explicação não justifica os…

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Empreendedores e investidores precisam sair dos lados opostos da mesa, formando um único time

Hoje, quando um empreendedor precisa buscar investimentos, ainda existe a cultura do “nós contra eles”. Mas isso é péssimo, tanto para o investido quanto para o investidor. Precisamos jogar juntos pelo negócio e pelo país.

Imagine um jovem empreendedor brasileiro que tenha uma ideia inovadora. Primeiro, ele vai atrás da família, dos amigos, e depois de bancos, em busca de recursos para colocar a empresa de pé. Sozinho, sem muito aconselhamento, vai tentando, arduamente, vencer as dificuldades de validar e colocar seu projeto para rodar, quando se dá conta de que o dinheiro não será o bastante. A situação do caixa é desesperadora, ele não tem recursos para pagar seus três ou quatro funcionários, está com uma dívida enorme, em meio aos juros proibitivos do nosso país.

Só então é que ele vai atrás de investimento. O problema é que, nessa situação difícil, o investidor, mesmo sendo um anjo, pode querer uma porcentagem grande do negócio. O que significa que, logo no começo de sua caminhada, o empreendedor poderá ter sua participação diluída demais. O anjo fica com uma parcela que julga justa pelo risco que está correndo, depois mais para frente, um fundo de Venture Capital tira mais uma boa parcela do bolo. Qual será a motivação do criador da ideia para continuar investindo tempo, suor e lágrimas no crescimento do negócio se ele deixar de ter controle do negócio que ele criou?

Infelizmente, o quadro não é incomum. A indústria de venture capital às vezes é agressiva demais na relação risco/retorno com os empreendedores — o que, dependendo do tamanho do negócio, pode gerar desmotivação e frustração por parte deles, do “outro lado da mesa”. O que boa parte dos investidores não enxerga é que com isso todos perdem.

Aliás, eis aí uma noção que já temos que mudar: a de que existem dois lados da mesa nessa história.

Investidores e empreendedores precisam trabalhar juntos, lado a lado, para criar valor. Ambos precisam se desarmar e buscar a confiança mútua e o fair-play, …

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