De acordo com um relatório divulgado pela KPMG, apenas 10% dos consumidores de todo o mundo acreditam que atualmente controlam o modo como as empresas utilizam e gerenciam os  dados pessoais dos clientes na relação deles como consumidores. Diante disso, 55% dos entrevistados dizem que decidiram não fazer compras on-line devido a preocupações envolvendo privacidade.

“Não incorporar a privacidade ao DNA da estratégia de proteção cibernética de uma empresa pode resultar na extinção do negócio. Para as empresas que buscam usar dados pessoais para personalizar a estratégia de marketing e os serviços, promover a fidelidade do cliente à marca e desenvolver produtos melhores, é importante que elas entendam que os consumidores valorizam mais a privacidade do que a conveniência no uso do canal de relacionamento”, analisa o sócio da KPMG e líder para serviços de segurança cibernética, Leandro Augusto Marco Antonio.

A pesquisa também aponta que mais da metade dos respondentes está disposta a compartilhar on-line informações sobre gênero, formação ou etnia, enquanto que um percentual menor mostrava-se satisfeito em compartilhar dados mais restritos como localização (16%), endereço (14%) ou registro médico (13%).

Além disso, o levantamento mostrou que os consumidores estão cada vez mais resolvendo os problemas por conta própria, com metade dos participantes dizendo que já deletaram os cookies de navegador da internet ou configuraram  informações nas mídias sociais.  Outro dado interessante é que mais de 30% deles utilizam o “modo incógnito” ou “não rastrear”. 

Aceitável x Inaceitável: 

Segundo o levantamento, o consumidor considera inaceitável: 

· 82% não se sentem seguros em relação a vendas de dados pessoais a terceiros em troca de agilidade, conveniência, variedade de produtos e comparação de preços que as compras on-line oferecem.

·55% disseram que os dispositivos para monitoramento de atividade física, que enviam não só ao usuário, mas também ao fabricante informações de localização, estão ultrapassando os limites tolerados. 

Outros consumidores, ainda: 

·78% acreditam que dispositivos telemáticos que permitem serviços emergenciais para monitorar os veículos dos clientes é uma boa ideia.

·57% estão contentes em ter um aparelho de energia inteligente que permite que uma prestadora de energia elétrica leve em consideração informações como a quantidade de moradores de uma residência, o horário em elas fazem as refeições e dormem e quais são os eletrodomésticos utilizados no local. 

Embora existam variações no que se refere à ‘ultrapassar o limite do aceitável’, as três principais preocupações em relação ao modo como as organizações estão utilizando e gerenciando informações pessoais dos clientes são as seguintes: 

· Envio de e-mails ou ligações para fins de marketing sem consentimento (59%)

· Venda de informações pessoais a terceiros (58%) e falta de sistemas de segurança (55%).

·A pesquisa constatou que a implementação de sistemas robustos de segurança cibernética (32%) é a medida mais eficaz que uma organização pode tomar para que os clientes confiem os dados a ela. 

Outras constatações da pesquisa: 

·57% das pessoas não fazem uma leitura completa ou analisam de forma superficial as políticas de privacidade quando acessam páginas na internet.

·Mais de 60% das pessoas não se sentem seguras em relação a aplicativos de smartphones e tablets que utilizam os dados pessoais dos usuários. 

Sobre a pesquisa 

O relatório Crossing the line – Staying on the right side of the consumer line mostra em detalhes as preferências de privacidade de 6.900 consumidores em 24 países, dentre eles, o Brasil.

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Até a próxima  🙂
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