Apesar de ter confessado o crime, a Justiça do município decidiu que o jovem não deveria permanecer detido. O adolescente deixou a delegacia na manhã de hoje (17) e vai responder em liberdade. O comparsa dele, de 19 anos, que golpeou a vítima na nuca, segue foragido.

O caso ganhou destaque depois que o corpo da vítima foi velado pela família na rua por quase 14 horas, tempo que o Instituto Médico Legal demorou para recolher o corpo.

De acordo com o delegado Irineu Portes, da Delegacia Central de Colombo, o adolescente não mora na cidade e iria dividir o dinheiro da venda de celulares roubados com o outro suspeito.

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Quando os dois envolvidos na morte de Carlos Ramon saíram de casa, no dia do crime, um escondeu uma faca embaixo da blusa e o outro tinha uma pistola de brinquedo. Eles viram três pessoas na rodovia e passaram a perseguir essas pessoas porque estavam falando ao celular.

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A suspeita inicial era de que a vítima tivesse sido assassinado a tiros. Só após a perícia é que foi confirmado que foi um golpe de faca na nuca. O delegado Irineu Portes afirmou que os dois envolvidos na morte do jovem tinham passagens pela polícia e que não restam dúvidas de que os dois foram os autores do crime.

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Qualquer informação sobre o paradeiro do outro suspeito, de 19 anos, deve ser repassada à Delegacia de Polícia Civil de Colombo ou por meio do 190. O adolescente em liberdade vai responder por roubo seguido de morte e, se condenado, pode ficar internado por até 3 anos, prazo máximo para delitos graves, conforme determina o Estatuto da Criança e do Adolescente. Já o foragido pode responder por uma pena que varia de 20 a 30 anos de prisão.

Repórter Lucian Pichetti

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