O e-commerce brasileiro registrou crescimento nominal de 7,4% no faturamento em 2016, apesar do momento de crise na economia do país, e faturou R$ 44,4 bilhões, segundo o 35º Webshoppers, levantamento realizado pelo Ebit, divulgado nesta quinta-feira (16). Descontada a inflação, o aumento real foi de 1,7%.

As vendas, porém, tiveram leve queda de 0,2%, estagnando em 106,3 milhões de pedidos – em 2015, foram 106,5 milhões de vendas. Isso se deve, em parte, ao perfil do consumidor – que, em média, fez 2,2 compras, índice considerado baixo para o varejo online.

O resultado ficou pouco aquém dos 8% esperados, mas, segundo o Ebit, os dados não devem desencorajar o lojista. “Entendemos que é [o crescimento nominal] um número muito satisfatório, considerando o cenário da economia do país”, afirmou Pedro Guasti, CEO da empresa, durante a apresentação do relatório.

André Dias (à esquerda) e Pedro Guasti, do Ebit, anunciam resultados do 35º Webshoppers

Mesmo assim, cresceu o total de consumidores. Em 2015, 39,14 milhões de pessoas fizeram ao menos uma compra em sites e-commerce, enquanto em 2016 o número saltou para 47,93 milhões. Boa parte do “boom” se deve à migração do offline para o online, de acordo com a pesquisa.

Depois de ter perdido relevância em 2015, o setor de moda e acessórios voltou a liderar o Webshoppers nesta edição. A categoria teve 13,6% de share em volume de pedidos, seguido de perto por eletrodomésticos (13,1%), livros (12,2%), saúde, cosméticos e perfumaria (11,2%) e telefonia e celulares (10,3%).

Mobile

Tradicionalmente, o perfil do consumidor fica igualmente divido entre mulheres e homens, mas em 2016 o público feminino despontou: 51,6% das compras foram feitas por elas. “Esse número deve-se à penetração das mulheres em dispositivos móveis”, afirmou André Ricardo Dias, COO do Ebit. De acordo com ele, 65% das compras em smartphones e tablets foram realizadas por mulheres. “Isso tem muito a ver com categorias de moda e cosméticos.”

Na média, o mobile abocanhou 21,5% do volume de vendas, uma verdadeira explosão em relação ao ano anterior, quando o m-commerce representou apenas 15% dos canais de comércio.

O número, porém, tende a crescer exponencialmente, segundo o Ebit. Se considerado apenas o segundo semestre de 2016, a fatia do mercado sobre para cerca de 23% – com um pico de 26% em dezembro.

Sudeste cai

No recorte por regiões, o Sudeste teve o pior resultado. Em 2016, 60% das transações ocorreram nessa região, número sensivelmente inferior ao ano anterior, quando São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Minas Gerais representaram 64,5% das vendas.

Por outro lado, todas as demais regiões do Brasil apresentaram crescimento. “Parte  disso se deve à penetração do sinal 3G e da internet banda larga nesse lugares”, afirmou Dias. “O e-commerce acaba possibilitando compras onde antes não havia como comprar, e em regiões com menor desemprego”, completou.

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