PRF apreende menor transportando mais de 2 mil munições

Foto: PRF

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu na madrugada de terça (17), mais de 2 mil munições na BR-369, em Ubiratã, na região noroeste do Estado. Entre as munições, diversas de fuzil e pistolas de calibre restrito. O motorista, um menor de 16 anos foi apreendido em flagrante.

Os policiais tinham a informação de que um Celta preto, ocupado por dois homens, estaria fazendo o serviço de batedor para um Duster branco, que era conduzido por um menor de idade e transportava ilícitos. O Celta foi abordado na Unidade Operacional da PRF em Ubiratã e com ele estavam dois ocupantes, além da quantia de R$ 4.000,00. Perguntados sobre a razão da viagem e dos valores encontrados, os dois não souberam responder. Continuando a vistoria, o telefone de um deles não parava de receber mensagens de um contato. Perguntados, responderam que era esse menor de idade que os estava contatando. Disseram ainda que ele estaria em um hotel dentro de um posto de combustíveis para descansar.

Com essa informação, os agentes se deslocaram em busca do carro e do menor e, em deslocamento pela BR-369, por volta de 1h, eles avistaram o carro, estacionado em uma estrada vicinal, ainda em Ubiratã. Ao abordarem o carro, verificaram que o motorista era um menor de idade, com 16 anos. Perguntada a razão do estacionamento, uma vez que se trata de um local ermo, ele não souber responder.

Em razão disso, os policiais iniciaram uma busca minuciosa no carro e encontraram 2.436 munições de diversos calibres, sendo 885 munições de calibre .40; 250 de calibre .45; 600 de fuzil 3,65; 401 de calibre .380 e 300 de calibre 9mm. Ainda, foi encontrado com o motorista a quantia de R$ 1.409,00.

Os três (o menor e os dois adultos), os dois carros, os valores em dinheiro e as munições foram encaminhadas para a Polícia Civil de Ubiratã para o registro dos crimes de posse ilegal de munição de calibres restritos e permitidos.

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Como cadastrar minha empresa no Google meu negócio?

Como cadastrar minha empresa no Google meu negócio?

Enquanto você lê essa frase, mais de 2,3 milhões de pesquisas estão sendo realizadas no Google ao redor do mundo. Pessoas estão procurando desde “vídeos de vulcões em erupção” até “qual é o melhor restaurante de comida chinesa em Curitiba?” Com a imersão da nossa sociedade na tecnologia, “dar um google” se tornou expressão recorrente do dia a dia de qualquer um que tenha acesso à internet.

Sendo assim, o buscador também virou sinônimo de credibilidade. Hoje, são desenvolvidas até mesmo estratégias que propõem-se a otimizar um site, buscando elevá-lo às cobiçadas primeiras posições do grande oráculo da Era da Tecnologia – o chamado SEO ou Search Engine Optimization. Isso acontece porque, segundo o próprio Google, “as empresas validadas têm o dobro da probabilidade de serem consideradas respeitáveis pelos utilizadores”. E hoje em dia, quem não é “utilizador” da ferramenta, não é mesmo?

Para os empreendedores, ter a sua empresa nas primeiras posições das buscas do Google pode ser decisivo para o aumento das vendas. Por exemplo, imagine que você está em um bairro desconhecido e deseja pedir uma pizza. Você pega seu smartphone e digita: “pizza no Bacacheri”. Provavelmente, você vai comprar das pizzarias que ocuparem o topo da página.

Pensando nisso, surge o Google Meu Negócio. Uma ferramenta gratuita para destacar as empresas nas procuras. Acompanhe nosso tutorial e cadastre agora mesmo o seu negócio!

1- Como configurar o Google Meu Negócio?

Acesse o seguinte endereço, clicando aqui, e clique sobre “comece agora” no canto superior direito ou do lado esquerdo da página.

2- Configuração inicial

Na página seguinte, preencha o formulário com o nome da empresa. Depois, será solicitado o país, endereço e código postal. A caixa ao final do formulário diz respeito a se você atende os clientes onde estiverem, ou se somente no endereço físico da sua empresa.

 

3- Colocando sua empresa no Google Maps

Marque corretamente sobre o endereço da sua empresa.

 

4- Como sua empr…

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Cesta básica de Curitiba tem a terceira maior alta do país

Foto: CMC

Curitiba foi a capital brasileira que apresentou a terceira maior alta dos produtos que compõem a cesta básica no mês de junho, com aumento de 3,84%, ficando atrás apenas de Cuiabá (7,54%) e Recife (5,82%). Os dados são da Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos (PNCBA) divulgada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

No mês de maio, a cesta básica custava R$ 397,17 na capital paranaense. Em junho, o valor passou para R$ 412,44.

Para o economista Daniel Poit a alta é reflexo da greve dos caminhoneiros.

Mesmo com o maior aumento, Curitiba não é a capital que tem a cesta mais cara do país. Os preços mais elevados são registrados em Porto Alegre, onde o conjunto de alimentos custa R$ 452,81, seguida por São Paulo e Rio de Janeiro. Os menores valores são encontrados em Salvador (R$ 333) e Aracaju (R$ 349, 55).

O economista acredita que a comodidade do curitibano, em não reclamar, contribui para que os preços continuem crescendo.

Segundo o DIEESE, entre maio e junho de 2018, houve aumento nos preços do leite integral, carne bovina de primeira, feijão, farinha de trigo, óleo de soja e açúcar.

Em Curitiba, o leite integral subiu mais de 18% e o preço do feijão preto apresentou elevação de 3,11%. Já a farinha de trigo, no acumulado dos últimos 12 meses, teve aumento de 6,45%. No mesmo período, o óleo de soja subiu 2,37%.

Daniel Poit orienta que o consumidor pesquise antes de comprar e pense na substituição de alguns produtos.

Mas, de acordo com o economista, não é preciso se desesperar, pois a tendência é que haja uma redução nos próximos meses.

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Cesta básica de Curitiba tem a terceira maior alta do país

Foto: CMC

Curitiba foi a capital brasileira que apresentou a terceira maior alta dos produtos que compõem a cesta básica no mês de junho, com aumento de 3,84%, ficando atrás apenas de Cuiabá (7,54%) e Recife (5,82%). Os dados são da Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos (PNCBA) divulgada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

No mês de maio, a cesta básica custava R$ 397,17 na capital paranaense. Em junho, o valor passou para R$ 412,44.

Para o economista Daniel Poit a alta é reflexo da greve dos caminhoneiros.

Mesmo com o maior aumento, Curitiba não é a capital que tem a cesta mais cara do país. Os preços mais elevados são registrados em Porto Alegre, onde o conjunto de alimentos custa R$ 452,81, seguida por São Paulo e Rio de Janeiro. Os menores valores são encontrados em Salvador (R$ 333) e Aracaju (R$ 349, 55).

O economista acredita que a comodidade do curitibano, em não reclamar, contribui para que os preços continuem crescendo.

Segundo o DIEESE, entre maio e junho de 2018, houve aumento nos preços do leite integral, carne bovina de primeira, feijão, farinha de trigo, óleo de soja e açúcar.

Em Curitiba, o leite integral subiu mais de 18% e o preço do feijão preto apresentou elevação de 3,11%. Já a farinha de trigo, no acumulado dos últimos 12 meses, teve aumento de 6,45%. No mesmo período, o óleo de soja subiu 2,37%.

Daniel Poit orienta que o consumidor pesquise antes de comprar e pense na substituição de alguns produtos.

Mas, de acordo com o economista, não é preciso se desesperar, pois a tendência é que haja uma redução nos próximos meses.

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Bando suspeito de roubos a residências é preso no Sítio Cercado

Foto: Divulgação Polícia Civil

Um bando suspeito de praticar roubos a residências foi detido após manter um casal refém no Sítio Cercado. De acordo com a polícia, casos semelhantes são investigados e os presos teriam ligação com outros crimes.

Equipes policiais capturaram os quatro suspeitos após a Delegacia de Furtos e Roubos receber informações sobre movimentação suspeita em uma casa do bairro. De acordo com o delegado-adjunto da especializada, Emmanoel David, a ação foi percebida por testemunhas, que avisaram a polícia.

A partir do acompanhamento tático realizado, observou-se que o carro roubado se encontrou com outro veículo que dava cobertura à fuga. Os suspeitos, então, entraram em outro imóvel, onde foram abordados pela polícia.

Após a prisão dos envolvidos, as equipes policiais voltaram até a casa das vítimas. O casal, que havia sido amarrado com lençóis e cabos de energia, já havia conseguido se livrar e relatou a ação dos criminosos, bastante violenta.

De acordo com o delegado Emmanoel David, os quatro presos têm outras passagens por crimes similares; alguns deles inclusive agindo como falsos policiais para praticar roubo a residências.

As prisões foram feitas na madrugada de terça (26) para a quarta-feira (27) desta semana. Conforme informações da Delegacia de Furtos e Roubos, casos semelhantes estão sob investigação.

Repórter Cristina Seciuk

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