Pensar na estratégia ou continuar na operação? Veja como se preparar para diferentes fases do seu negócio

Saber o momento de delegar, formar novos líderes ou pensar na estratégia é um grande desafio para quem está crescendo. Nesse bate-papo, Marcos Arruda conta o que aprendeu empreendendo a Moneto.

O fundador que colocava a mão na massa, hoje precisa ser o líder que delega. O empreendedor que amava a operação, agora está pensando na estratégia. Cada etapa do seu negócio vai exigir de você um novo papel.

Então, como posso me adaptar a essa constante evolução?

Convidamos o empreendedor Marcos Arruda, da Moneto, para um bate-papo online com a Maria Fernanda Musa, do time de Apoio a Empreendedores da Endeavor. Com tantos anos de jornada, Marcos é um verdadeiro empreendedor serial: fundou diversas startups desde a faculdade e chegou a vender algumas delas a gigantes como PagSeguro e Site Blindado. Hoje, enfrenta o desafio de gerir a Moneto, uma scale-up que figura entre as fintechs que mais crescem no país.

Confira abaixo a transcrição do bate-papo ou dê o play no vídeo, diretamente no Facebook.

Quais são os indicadores que o empreendedor pode observar de que é hora de sair do tático para focar no estratégico?

Quando começa seu negócio, você é tudo: o Financeiro, o Marketing, a pessoa que vende e faz a pós-venda. Você faz de tudo um pouco. Essa característica é muito operacional. Você está movido pela execução, não por um plano estratégico.

O estratégico vem à tona quando as pessoas começam a te fazer a pergunta mágica: em três anos, onde você gostaria de estar? Nesse momento, você lida com perguntas que, até então, não estava habituado e que vêm de fora para dentro: de um parceiro, colaborador, mentor ou cliente.

Desde o começo do negócio você precisa ter essa visão de onde quer chegar?

Com certeza. Por um simples motivo: o seu time te cobra isso. As pessoas acordam, vão trabalhar e querem saber para onde estão indo, qual será o futuro delas. Por essa razão, o empreendedor tem a necessidade de criar a visão e …

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Foliões reclamam de ‘excesso de força’ da PM no Litoral

Foliões reclamam de ‘excesso de força’ da PM no Litoral

Foto: Polícia Militar

Apesar da festa no litoral paranaense, o Carnaval teve momentos de tensão e revolta. Na madrugada desta terça-feira (13), policiais militares utilizaram cassetetes e agressão contra os foliões que estavam na Avenida 29 de Abril, em Guaratuba.

Sempre após a passagem do trio elétrico pela avenida, a Polícia Militar utiliza uma equipe para dispersar os foliões, mas acontece que muitos não querem sair do lugar, e é aí que começa a confusão.

Em uma das situações, na madrugada desta terça-feira (13), em Guaratuba, no Litoral do Estado, os foliões continuavam na Avenida 29 de Abril, por onde passou o trio elétrico, mas os policiais militares fizeram o chamado cordão humano, para dispersar as pessoas da rua.

Em alguns casos foram utilizados cassetetes, o que revoltou algumas pessoas. A Polícia Militar não negou que houve o princípio de confusão, mas disse que foi entre os foliões e que realizou a dispersão do público e orientou as pessoas a se retirarem do local para a limpeza da via.

Após o questionamento sobre o uso de força maior e dos cassetetes, a PM informou que foi um grupo isolado que descumpriu a ordem e retornou para a Avenida, trazendo transtorno para os serviços públicos.

De segunda-feira (12) até às 6 horas desta terça-feira (13), em Guaratuba, a Polícia Militar encaminhou 21 pessoas à delegacia, sendo três por desacato e desobediência. Além disso, foram feitos 12 Termos Circunstanciados por diversos delitos, como perturbação do sossego, brigas e uso de drogas.

Em todo o Litoral, no mesmo período, foram 22 Termos Circunstanciados e 43 pessoas levadas à delegacia. As ações também resultaram na apreensão de uma arma de fogo, de 349 gramas de crack, 29 gramas de maconha e 41 pontos de LSD.

Repórter William Bittar

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Diferença da gasolina em postos de Curitiba chega a ser de R$ 0,45

Diferença da gasolina em postos de Curitiba chega a ser de R$ 0,45

Foto: Pixabay

A principal reclamação é que os descontos nunca chegam aos motoristas, mas os aumentos chegam praticamente toda semana. Por este motivo, o governo definiu que a Polícia Federal e o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) devem investigar as empresas do setor, sob suspeita de formação de cartéis.

Em um percurso de quatro quilômetros, A CBN Curitiba passou por vários postos de combustíveis e a diferença chega a ser de 45 centavos, na gasolina. No etanol, a diferença chega a ser de 30 centavos. Enquanto tem posto vendendo o litro a R$ 3,84, outros vendem a R$ 4,29.

O gerente de sistemas, Orlei Antônio Moro, fala que são raras as vezes em que ele viu a gasolina baixar nos últimos meses.

A estudante Milena Martarello, fala que a diferença chega a ser de 20 reais quando ela abastece, mas o preço nunca é para baixo.

Quem precisa abastecer várias vezes, sente o peso no bolso ainda mais. O motorista de aplicativo, Ariel Santos da Rocha, fala que sempre vê notícias de que o preço da gasolina nas refinarias vai baixar, mas nunca encontra esses descontos quando vai abastecer.

O barbeiro Fábio José de Novaes, diz que já desistiu de pesquisar os preços.

Para tentar dar mais transparência ao consumidor, a Petrobras anunciou que passará a divulgar diariamente os preços médios da gasolina e do diesel que saem das unidades e não somente as porcentagens do reajuste, como era feito.

O Sindicato dos Revendedores de Combustíveis do Paraná (Sindicombustíveis-PR), repudiou a declaração do governo sobre a formação de cartéis, dizendo que o governo transfere a culpa para os postos pelos aumentos nas…

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Advogada explica desconto na compra de veículos para pessoas com deficiência

Advogada explica desconto na compra de veículos para pessoas com deficiência

Foto: Rodolfo Buhrer/AEN

Andreia Dias é mãe do Marcelo Dias, um menino de 4 anos que tem Síndrome de Down. Quando ela descobriu a deficiência do filho, logo teve que procurar os especialistas que pudessem estimular ao máximo o desenvolvimento dele e aí, a rotina da família também teve que mudar.

Ela e o marido procuraram por uma fonoaudióloga, uma terapeuta e outros especialistas para o tratamento, mas a dificuldade ficava pela locomoção. Foi aí que ela descobriu alguns benefícios para poder comprar um carro com desconto de impostos.

O desconto para a compra de veículos novos e usados para pessoas que têm algum tipo de deficiência é instituído por lei. Tanto em lei federal, quanto em lei estadual.

A advogada especialista em Direito à Saúde, Renata Farah, conta que muita gente não sabe que pode ter o desconto de até 25% na compra de um veículo, isso porque muitos não sabem que esse benefício não é apenas para quem vai conduzir o carro.

Apesar de ser um direito ao cidadão, isso não é tão divulgado pelas concessionárias, mas essa não é a única dificuldade. Para ter direito aos descontos é preciso preencher alguns formulários disponibilizados pelas Receitas Federal e Estadual. Andreia lembra que passou certo constrangimento na hora de pedir a assinatura dos profissionais para atestar a doença do filho e conseguir o direito ao desconto.

A advogada Renata Farah explica que essa dificuldade existe mesmo, já que os profissionais devem ser vinculados ao Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, por serem veículos considerados especiais, eles não são entregues imediatamente, então é preciso ter paciência.

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Enxergando as barreiras que nos impedem de crescer

Enxergando as barreiras que nos impedem de crescer

Ajudá-lo a pensar o “não pensado” e olhar através de uma nova perspectiva: essa é a missão de uma mentoria. E foi uma conversa como essa que fez o futuro chegar mais cedo na Docway.

– Papai, por que o médico não pode vir até aqui?

Foi a pergunta que Beatriz, de 5 anos, fez ao pai, quando ficou doente. A pequena não queria enfrentar as horas de espera no pronto-atendimento de um hospital. Por isso, Fabio ligou para uma amiga médica, que foi visitá-los e fez o atendimento no quarto da menina, sem filas, burocracia e espera.

Para Fabio, surgiu um estalo: aquilo poderia virar um negócio.

Fabio passou os seis meses seguintes só estudando sobre o universo de startups, investimento, saúde e atendimento médico. Dessa imersão, nasceu a Docway: o aplicativo que leva o médico onde você estiver. Pelo celular é possível agendar uma consulta, exames e até vacinas sem precisar sair de onde você está.

A oportunidade de negócio era clara, mas o desafio de escalar também parecia enorme.

Negócios como a Docway são conhecidos como matchmakers: aplicativos de encontro entre “vendedores” e “compradores” de um serviço ou produto, que ganharam força com a Economia Colaborativa. São plataformas como o Airbnb, o Bla Bla Car e a Eventbrite que facilitam a transação entre dois elos de uma mesma cadeia de valor, oferecendo a melhor combinação de acordo com os algoritmos da busca entre oferta e procura.

Mas o que são os matchmakers e quais os seus desafios?

O grande desafio dos matchmakers é a dupla ”aquisição” de usuários: recrutar “vendedores” e “compradores” na mesma proporção. Se o Uber, por exemplo, tiver muito mais motoristas do que passageiros, as corridas serão tão escassas que não valerá a pena continuar trabalhando. Por outro lado, se o volume de passageiros for muito maior do que a capacidade de atendimento dos motoristas, as pessoas vão preferir chamar um táxi ou outro serviço. Por esta razão, este tipo de serviço tam…

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