Como a Geekie mudou as áreas Comercial, de Marketing e Atendimento para criar uma empresa centrada nos clientes

O que define o sucesso da sua empresa? Na Geekie, costumamos dizer que só teremos alcançado o sucesso quando nossos clientes tiverem sucesso usando nossas soluções.

Essa frase pode parecer óbvia — uma grande frase de efeito –, mas ela orienta a maneira como trabalhamos, do time de Desenvolvimento de Produto ao Comercial. E, principalmente, foi o que nos levou a criar uma equipe específica responsável pelo Customer Success, ou, como o nome já diz, o sucesso do cliente.

Esse foi um passo que tomamos em sintonia com o cenário internacional. Em 2016, em uma viagem internacional, encontrei o livro Customer Success – The Definitive Guide, de Lincoln Murphy, pioneiro no desenvolvimento e aplicação desse conceito. Foi uma provocação quanto à forma como nos relacionávamos com nossos clientes, desde antes do momento de compra até o uso efetivo de nossas soluções de tecnologia educacional.

Em suas reflexões, Murphy pintou uma imagem bem realista do mercado de tecnologia atual:

  • Cada vez mais, startups encontram modelos de negócio de baixa fricção, que facilitam sua entrada; consequentemente, é mais fácil para o cliente experimentar diferentes serviços e ferramentas antes de tomar sua decisão.
  • Por outro lado, essa facilidade também se reflete na saída: ficou fácil, rápido e barato deixar de usar uma solução tecnológica. Assim, nossos clientes hoje têm muito mais poder e muito mais escolha.
  • O custo para se atrair novos clientes é altíssimo, 5 vezes mais do que o de manter um cliente antigo — e não é possível, ou sábio, tentar compensar uma alta evasão com novos contratos. Pense em um barco furado: por mais que você use um balde para tentar esvaziá-lo, a água continua entrando!
  • A partir daí, comecei a perceber que a questão não era ter ou não uma equipe dedicada ao sucesso do cliente; era, na verdade, quem faria isso primeiro e de forma mais eficiente.

    Hoje, me propus a compartilhar um relato da jornada que levou…

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    Tendências de consumo e varejo para 2018

    Tendências de consumo e varejo para 2018

    Assista ao lançamento do BRMALLS Partners, programa de aceleração para scale-ups liderado pela BRMALLS, em parceria com a Endeavor. Conheça as tendências que vão impactar os setores de consumo e varejo em 2018. É uma oportunidade de ouvir alguns dos maiores nomes do setor! A programação traz nomes com uma vasta bagagem de negócios, além de um Day1 inédito:

    • Bernardo Ouro Preto, cofundador do grupo St. Marche
    • Caito Maia, fundador da Chilli Beans
    • Guilherme Azevedo, cofundador do dr.consulta
    • Luiz Marinho, sócio-diretor da GS&Malls
    • Roberto Bielawski, fundador da rede de restaurantes Viena, Ráscal e Cortés
    • Day1 com Mario Chady, fundador do Grupo Trigo, holding do Spoleto, Koni Stores, Domino’s e Gurumê.

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    Endeavor Brasil

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    A Endeavor é a organização líder no apoio a empreendedores de alto impacto ao redor do mundo. Presente em mais de 20 países, e com 8 escritórios em diversas regiões do Brasil.
    Acreditamos que a força do exemplo é o caminho para multiplicar empreendedores que transformam o Brasil e por isso trazemos aprendizados práticos e histórias de superação de grandes nomes do empreendedorismo para que se disseminem e ajudem empreendedores a transformarem seus sonhos grandes e negócios de alto im…

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    Família fatura mais de R$ 7 milhões com venda ilegal de materiais para concursos

    Família fatura mais de R$ 7 milhões com venda ilegal de materiais para concursos

    Foto: Polícia Civil do Paraná

    Quatro pessoas foram presas nesta segunda-feira (11) após uma operação dos policiais civis da Delegacia de Crimes Contra a Economia e Proteção ao Consumidor (Delcon) de Curitiba. Eles são acusados de participar de uma associação criminosa especializada na prática de violação aos direitos autorais via internet.

    Segundo as investigações, os criminosos comercializavam – de forma ilegal – videoaulas e materiais de estudos para concursos públicos realizados em todo o país, sem autorização das instituições educacionais que eram detentoras dos conteúdos.

    O delegado-titular da Delcon, Wallace Brito, disse que a Polícia Civil identificou cerca de R$ 7 milhões em lucro da associação criminosa em apenas uma transação de curso. Todos os integrantes da quadrilha são da mesma família.

    https://cbncuritiba.com/wp-content/uploads/2017/12/SONORA-CAPITÃO-GANCHO-1.mp3

    De acordo com o delegado, o grupo atuava sem a devida autorização das instituições educacionais que têm a propriedade exclusiva dos produtos. Os materiais de estudo eram vendidos na internet, pelo no site.

    https://cbncuritiba.com/wp-content/uploads/2017/12/SONORA-CAPITÃO-GANCHO-2.mp3

    As prisões aconteceram nos bairros Centro e Boa Vista. Wallace Brito ainda fala que as investigações continuam, até porque os valores adquiridos pela associação criminosa eram distribuídos para uma casa de jogos e uma clínica estética, o que resulta em lavagem de dinheiro.

    https://cbncuritiba.com/wp-content/uploads/2017/12/SONORA-CAPITÃO-GANCHO-3.mp3

    Diversos equipamentos eletrônicos utilizados pelos suspeitos para a prática dos crimes, além de documentos, foram apreendidos. Um dos suspeitos foi preso por porte ilegal de arma e as três mulheres responderão por violação dos direitos autorais, lavagem de dinheiro, associação criminosa e violação de consumo. Uma pessoa segue foragida.

    Repórter William Bittar

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    Como aumentar minhas vendas: o que é Inbound Marketing?

    Como aumentar minhas vendas: o que é Inbound Marketing?

    “O gerente ficou maluco!” era uma frase possível de se dizer há 10 anos.

    Há uma década, não estávamos em tempos de crise e o consumidor estava muito mais apto a comprar. Se colocarmos essa frase no contexto atual do mercado mundial, ela se tornou equivocada e (quase) impossível de ser dita. Não que descontos e promoções não sejam possíveis, eles são necessárias para a economia rodar. A grande questão em jogo é o modo como isso é comunicado e chega ao consumidor.

    Consumidores de uma década atrás eram muito menos exigentes, pois as opções de produtos e a quantidade de informações sobre eles eram bem menores. Peguemos, por exemplo, uma loja de roupa tradicional. A marca anunciava seus produtos em canais de TV, revistas, rádio, todos os meios que considerasse válido. Assim, o consumidor era bombardeado com informações, já que todas as marcas de roupa faziam a mesma coisa. Desse modo, loja não sabia se quem estava vendo seu anúncio era se público-alvo de fato, ou simplesmente não possuía interesse naquele produto.

    Dez anos se passaram e aqui estamos em 2017. Essa mesma marca, hoje, utiliza outra estratégia para chegar em seus futuros clientes e também nos já “estabilizados”. Ela não o bombardeia com informações que podem ser desnecessárias ou irrelevantes. Ela prefere deixar o cliente chegar até ela. Certo, mas como? Não que os anúncios de rádio e TV tenham acabado, mas a empresa percebeu que é possível e muito mais vantajoso que o cliente vá atrás dos produtos da empresa. Vamos dar um exemplo:

    O verão está chegando. Automaticamente a procura por roupas da estação começa a aumentar. Portanto, a empresa começa a criar conteúdo relevante que remeta à moda dessa época do ano, com textos intitulados “Tendências para o verão 2018”, por exemplo. Algum tempo depois, outro conteúdo sobre roupas de banho é postado em seu site. Até o momento em que a marca lança, por meio do site, o seu look de verão 2018.

    Agora vamos para o lado do cliente. É uma mulher, dos seus 30 e poucos …

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    FIEP vai pedir veto de projeto de ajuste do ICMS

    FIEP vai pedir veto de projeto de ajuste do ICMS

    Foto: William Bittar

    O secretário da Fazenda, Mauro Ricardo Costa, aproveitou o encontro para esclarecer o que ele chama de equívocos do empresariado com relação ao projeto. O texto foi aprovado pelos deputados em segunda votação no dia quatro. Ele equipara as alíquotas de ICMS cobradas no estado com as adotadas nacionalmente, que são mais caras. Antes eram 20 faixas de alíquotas para as empresas do Simples Nacional. Agora são seis. A isenção para pequenos empresários que faturam até 360 mil reais continua, a partir daí a cobrança segue uma tabela progressiva.

    Parte do setor produtivo afirma que, com a mudança, a arrecadação do estado vai subir até 24%. Já o secretário da Fazenda garante que, na verdade, ela vai diminuir.

    https://cbncuritiba.com/wp-content/uploads/2017/12/SONORA-REUNIÃO-ICMS-01-LP.mp3

    A solução para que os empresários que faturam até 3,6 mi não paguem tanto ICMS estaria em uma emenda, aprovada na assembleia. Ela estipula um teto de aumento de tributação de, no máximo, 20%. O secretário garante que os empresários paranaenses vão continuar pagando o menor ICMS do país. O vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (FIEP), José Eugênio Gissi, não ficou convencido e disse que a FIEP vai pedir o veto do projeto.

    https://cbncuritiba.com/wp-content/uploads/2017/12/SONORA-REUNIÃO-ICMS-02-LP.mp3

    Já o presidente da Associação Comercial do Paraná, Gláucio Geara, aprovou a mudança.

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    Gláucio acredita que o consumidor não vai sentir no bolso.

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    O texto da lei foi aprovado pelos deputados estaduais na segunda-feira (4).

    Repórter Lucian Pichetti

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