Do Instagram à Rock Content: 5 podcasts que revelam os bastidores de grandes negócios

Do Instagram à Rock Content: 5 podcasts que revelam os bastidores de grandes negócios

Escute conversas exclusivas no podcast Canary Cast, do fundo Canary.

Criar um grande negócio, que gere impacto e tenha uma legião de clientes/consumidores/usuários/fãs é o sonho de muitos dos empreendedores. Só que, nessa jornada, há muitos percalços: pode ser que aquela ideia original não seja bem-recebida pelo mercado, obrigando a empresa a “pivotar” o negócio. Ou pode ser que o mercado nem exista direito na região, fazendo com que os empreendedores tenham a missão de “evangelizar” seu público sobre a validade da solução para um problema que as pessoas ou empresas nem pensavam que tinham. E, no meio disso tudo, é um desafio recrutar gente boa para materializar e executar o sonho.

A boa notícia é que outros empreendedores já passaram pelas mesmas situações e estão dispostos a compartilhar a experiência. Ouça alguns desses conselhos no Canary Cast, o podcast criado pelo fundo Canary, que tem entre os fundadores os Empreendedores Endeavor Florian Hagenbuch e Mate Pencz.

Você vai conhecer os bastidores de negócios como Instagram, Rock Content e DogHero, da boca dos próprios empreendedores, além de ouvir dicas sobre investimento e formação de times.

Confira os episódios e dê o play!

Mike Krieger (Instagram) — os bastidores da criação de um fenômeno

O Instagram, usado hoje por 800 milhões de pessoas por mês, surgiu de um projeto que não deu certo, o app Burbn (algo similar ao Foursquare). Mas não dá para dizer que a experiência é mal sucedida: os empreendedores Kevin Systrom e Mike Krieger perceberam que, se as pessoas não pareciam muito interessadas em fazer “check-in” nos lugares em que estavam, usavam bastante a função de colocar filtros nas fotos e compartilhá-las. Daí surgiu a ideia de fazer o pivot que deu origem ao app.

Neste bate-papo exclusivo, o brasileiro Mike Krieger compartilha os bastidores do crescimento do app e sua escalada rumo à escala global e dá conselhos sobre desenvolvimento de prod…

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Solitude: o hábito que ajuda empreendedores e negócios a evoluírem

Solitude: o hábito que ajuda empreendedores e negócios a evoluírem

Como transformar erros e acertos em aprendizado real que te ajuda a alcançar um novo patamar? Tudo começa com a prática da solitude.

É impossível desassociar. Para toda empresa crescer, o líder precisa crescer primeiro. Porém, mesmo sabendo disso, falta no dia a dia dos empreendedores algo muito importante que cria as condições para que essa evolução aconteça.

Primeiro o empreendedor, depois os resultados

Melhorar resultados, fazer a empresa crescer, buscar a produtividade máxima etc. Esses são alguns desafios empresariais e que acabam se tornando pauta na agenda de quem empreende. O problema é que o crescimento sustentável exige evolução. Quando o empreendedor não evolui, seu modelo mental e seus hábitos acabam segurando, emperrando e limitando o potencial do negócio. Daí a importância de se manter com a mente aberta.

A maneira de pensar e agir do fundador influenciam diretamente os resultados dos negócios, apesar de poucos perceberem esse impacto direto. A maioria continua olhando pela janela e buscando fora de si e do seu negócio os caminhos, as ferramentas, as soluções e o que for necessário para conseguir retomar o crescimento.

Essa busca “através da janela” algumas vezes traz resultados, mas esses resultados são voláteis, frágeis e inconsistentes. Por quê? Qualquer nova ferramenta, ideia ou estratégia que venha a ser implementada precisa encontrar no ambiente do negócio bases sólidas, mentes preparadas e hábitos e comportamentos que ativem, potencializem e sustentem os resultados atingidos.

Empreendedores com mentes fechadas não conseguem enxergar oportunidades e ameaças de maneira clara, por isso são muito mais reativos. Com essa visão, seus negócios não possuem um ambiente sustentável para novas ideias, crescimento e consistência na entrega do que prometem ao mercado. É preciso aprender e evoluir para que o negócio seja puxado pelos líderes. Então, como podemos aumentar as oportunidades de apre…

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Golpe aplicado em revistaria de Rua da Cidadania lesou dezenas, diz polícia

Golpe aplicado em revistaria de Rua da Cidadania lesou dezenas, diz polícia

Foto: Pedro Ribas/SMCS

A polícia começou a investigar a situação a partir do aparecimento de dezenas de boletins de ocorrência sobre casos similares, segundo o delegado responsável pelo caso Rinaldo Ivanike.

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As ocorrências já passam das 20 e segundo o delegado esse número deve aumentar.

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Na revistaria a polícia encontrou uma máquina que era usada para forjar a autenticação dos boletos.

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Conforme o delegado, a banca está fechada já há algum tempo, por iniciativa da própria dona, que pode ter desconfiado de que o golpe fora descoberto.

A polícia chegou a fazer pedido pela prisão da mulher, o que foi negado.

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Segundo a polícia a proprietária da banca não era credenciada para oferecer serviços de recebimento de contas e – por isso – agia de modo totalmente ilegal.

A estimativa feita pelo delegado, com base apenas nas contas e recibos encontrados na revistaria é de que ela tenha se apropriado de pelo menos seis mil reais.

O delegado ainda destacou que é possível consultar na internet quais são os estabelecimentos devidamente autorizados para os pagamentos, evitando assim quaisquer tipos de fraude.

Os estabelecimentos que funcionam nas Ruas da Cidadania são administrados por permissionários, por isso a reportagem da CBN entrou em contato com a prefeitura que se manifestou por meio de nota.

No texto, a Urbs informa que em junho deste ano cassou a permissão de uso comercial da Revistaria Gabriel, mas que – apesar disso – a permissionária não deixou o espaço. Com isso, a Urbs pediu na Justiça a reintegração de posse e aguarda decisão liminar. O processo corre na 5ª Vara de Fazenda Pública.

Repórter Cristina Seciuk

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Conheça as empresas selecionadas para o programa Scale-Up Endeavor Agrotech

Conheça as empresas selecionadas para o programa Scale-Up Endeavor Agrotech

Doze empresas com alto potencial de crescimento foram escolhidas para o Scale-Up Endeavor Agrotech. Cada uma vai receber mentorias e diagnósticos de desafios, entre outros benefícios.

Que o agronegócio brasileiro é um território repleto de oportunidades, todo mundo sabe. O país tem tudo para se tornar cada vez mais uma potência no setor. E embora já figuremos entre os primeiros produtores de vários itens, ainda há campo para crescermos muito mais — principalmente em áreas em que o país ainda tem muito a se desenvolver, como aplicações para o campo e soluções para a cadeia logística.

Foi para apoiar empreendedores que se dedicam a desenvolver essas áreas que a Endeavor criou o Scale-Up Agrotech. Trata-se de um programa de aceleração que selecionou treze empresas com alto potencial de crescimento que atuam no setor. Elas vão receber apoio por meio de mentorias com a rede e de conexões diretas entre empreendedores em estágios semelhantes.

Além disso, o programa vai ajudar os empreendedores a diagnosticar os maiores desafios de crescimento. Com isso, será possível definir o mentor ideal que acompanhará a empresa e o seu plano de trabalho ao longo de todo o processo.

Assim, é com muito orgulho que anunciamos as Scale-Ups selecionadas para o programa, bem como os desafios que elas pretendem solucionar:

4Vets

Oportunidade de mercado encontrada

Distribuidoras de produtos veterinários pagam caro para colocar representantes em todos os lugares que atendem para realizar a venda pessoalmente. Por isso, muitas vezes as visitas não são realizadas com a periodicidade desejada pelo cliente final (pet shops e clinicas veterinárias), e acabam perdendo oportunidades para a concorrência.

Solução

A 4Vets oferece, para distribuidoras, a criação de um canal de vendas online, com custos reduzidos em comparação ao representante no campo. A partir de um ambiente online, a empresa oferece também a criação dos conteúdos de market…

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Incentivos tributários à inovação tecnológica: como obtê-los?

Incentivos tributários à inovação tecnológica: como obtê-los?

Entenda como você pode se beneficiar da Lei do Bem para fomentar o ecossistema de inovação no Brasil, por meio de incentivos fiscais.

O Brasil tem um sistema tributário reconhecidamente falho no tratamento do investimento produtivo, com escassos mecanismos de fomento. Nesse cenário tão adverso à iniciativa privada, é imprescindível não desperdiçar os raros incentivos que a legislação proporciona, como é o caso da Lei no. 11.196/2005, conhecida como a Lei do Bem, que institui diversos benefícios fiscais para as atividades relacionadas à inovação tecnológica.

Os incentivos fiscais da Lei no. 11.196/2005

São eles:

a) Exclusão, na determinação do lucro real para cálculo do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e da base de cálculo da Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL), do valor correspondente entre 60% a 80% da soma dos dispêndios efetuados com inovação. Ou seja, todas as despesas com mão de obra, serviços de terceiros e material de consumo utilizado em testes e/ou construção de protótipos ligados diretamente aos projetos inovadores;

b) Depreciação integral e imediata dos equipamentos comprados para a pesquisa e o desenvolvimento da inovação;
c) Amortização acelerada dos bens ativos diferidos;
d) Crédito do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) sobre remessas ao exterior;
e) Redução de 50% do IPI para estabelecimento industrial ou equiparado.

A respeito das remessas ao exterior para empresas tributadas pelo lucro real, a lei assegura redução de carga tributária de IRPJ, CSLL, IPI e IRRF. No caso de empresas tributadas pelo lucro presumido, prevê-se a redução de IPI e IRRF sobre remessas ao exterior.

Na prática, se a empresa cumpre as condições previstas na Lei no. 11.196/2005, é possível obter um benefício efetivo de até 27% calculado sobre as despesas realizadas com inovação tecnológica. Entre as exigências legais, está o cadastramento dos projetos de pesquisa no Ministério da Ciência e Te…

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