“Você só perde para você mesmo”: 12 lições do Scale-Up Summit 2017

“Você só perde para você mesmo”: 12 lições do Scale-Up Summit 2017

Se até os anos 2000, a palavra “empreendedorismo” não existia no dicionário, o Scale-Up Summit, do último dia 27/10, deu a ela um novo significado. Confira os aprendizados do evento e veja como é possível ressignificar o seu papel na transformação do Brasil.

Depois de 10 horas de conteúdo inédito, ao longo de 13 painéis e 4 mentorias online, não seria possível ter um sono tranquilo. As ideias compartilhadas ao longo do Scale-Up Summit, para mais de 1.000 pessoas presencialmente, e 35 mil assistindo online, ganharam uma nova dimensão de significados, estímulo e responsabilidade, por todos aqueles que movem o Brasil para a frente.

Ficou claro que o crescimento só acontece quando você tem gente boa ao seu lado. Que o propósito é combustível para ganhar velocidade. E o empreendedor é aquela pessoa movida pelo desafio, mas impulsionada pela sua capacidade de gerar oportunidades.

Se você perdeu algum pedaço do Scale-Up Summit, pode assistir na íntegra ao evento dando play no vídeo acima. Todo o evento foi inspirado no conceito de Blitzscaling, um framework desenvolvido por Reid Hoffman, fundador do LinkedIn, que explica o crescimento exponencial das maiores empresas do mundo. Nele, todas as empresas começam como Famílias e, ao crescerem, vão assumindo o tamanho de Tribos, Vilas, Cidades e Nações.

Ao longo dos painéis, você vai identificar as dores e desafios de cada empreendedor ao mudar de estágio e se preparar para o próximo passo. Desafios que também podem ser os seus. São ideias que provocam incêndios no pensamento, o fazem rever a estratégia, repensar seu modelo de negócio e refletir sobre o seu impacto no mundo.

Você está preparado? Então, vamos a elas!

“São os fundadores resilientes de hoje que criam as empresas épicas de amanhã.”Por Geoff Ralston, da Y Combinator

O que faz com que algumas poucas empresas tornem-se negócios de US$ 1 bilhão? São as pessoas, a cultura, a solução? Geoff, da aceleradora d…

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A era da Indústria 4.0 está aí.  E nossas empresas precisam aprender com startups e scale-ups para entrar nela para valer

A era da Indústria 4.0 está aí. E nossas empresas precisam aprender com startups e scale-ups para entrar nela para valer

Boa parte da indústria brasileira — que ainda é avessa ao risco — resiste a atualizar processos e a entrar para valer na era da digitalização. Mas não tenho dúvidas de que a aproximação com startups e scale-ups pode alterar esse cenário.

O mundo, definitivamente, está em um caminho sem volta rumo à Indústria 4.0. Ou seja, rumo a uma completa descentralização do controle dos processos produtivos graças à proliferação de dispositivos inteligentes. É o caminho natural para aumentar a competitividade e a produtividade do setor. Só que, neste processo, o Brasil ainda está alguns passos atrás. Aqui, quero refletir sobre as causas de tal retrocesso e sobre como tirar essa preocupante diferença.

O atraso brasileiro diante da integração das tecnologias físicas e digitais em todas as etapas de desenvolvimento de um produto é evidente. Mas a boa notícia é que, por outro lado, o país encontra-se num momento de transição importante e extremamente sensível para a adoção de uma nova forma de inovar: a conexão com startups pela indústria tradicional.

O cenário é positivo, com números representativos de indústrias visionárias que já compram de startups e de indústrias pragmáticas que já estão se preparando para a conexão. De acordo com o relatório do Panorama da Conexão Startup Indústria, lançado pela ABDI em setembro último, do universo de 408 indústrias pesquisadas, 22% já negociaram (compra e venda) com startups e 21% delas estão se preparando para iniciar processos comerciais com startups.

O fato é que as startups estão invadindo positivamente a indústria tradicional. A inovação é hoje uma necessidade competitiva e de sobrevivência para as empresas do mundo moderno, que está muito dinâmico: são mudanças fortes e constantes e em um tempo cada vez menor, fruto de uma época da inovação disruptiva sequencial. Para continuar ou tornar-se relevante, a empresa precisa ser focada e flexível o suficiente para se adaptar e s…

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Bernardinho: “a distância entre o sonho e a realidade chama-se disciplina”

Bernardinho: “a distância entre o sonho e a realidade chama-se disciplina”

Bernardinho: o técnico campeâo do vôlei, também tem muito a ensinar aos empreendedores

Dono de um estilo de liderança único e icônico, Bernardinho é o maior campeão da história do vôlei e o maior medalhista olímpico brasileiro — conquistou 7 medalhas em 9 participações nos Jogos, como jogador e depois como líder das seleções feminina e masculina.

Além de um exemplo de líder nas quadras, Bernardinho também empreende e hoje é sócio da EduK, startup de cursos online, e da rede de restaurantes Delírio Tropical. Para contar sobre essa experiência e o paralelo que existe entre a liderança nas quadras e nos negócios, Bernardinho é um dos confirmados no Scale-Up Summit, evento inédito que acontece no dia 27 de outubro, com transmissão online.

Conheça a programação e os outros empreendedores confirmados no evento clicando aqui. A inscrição para assistir online é gratuita e você ainda tem acesso a mentorias online com grandes nomes, especialistas em empresas de alto crescimento.

Não é à toa que antes de empreender, Bernardinho já palestrava pelo Brasil inspirando lideranças e empreendedores. O tema? Lições de gestão que o esporte coletivo traz. Bernardinho frisa algumas semelhanças entre o universo do esporte e da gestão: a necessidade de identificar talentos, motivar continuamente o time, comprometimento do líder e organização com a motivação de cada pessoa do grupo; e principalmente, de se criar um espírito de equipe, de trabalho coletivo, para potencializar o desempenho do grupo.

Um time unido vai além de um talento individual

Bernardinho é economista formado pela PUC- Rio, e, como técnico de vôlei já conquistou junto à seleção brasileira de vôlei 30 importantes títulos, dos quais 5 medalhas olímpicas consecutivas.

“Os problemas que enfrento como treinador de equipes de alta performance são basicamente os mesmos que preocupam todas as pessoas no competitivo ambiente profissional, como, por exemplo, encarar …

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Modernizando a área de atendimento ao cliente: da visão à prática

Modernizando a área de atendimento ao cliente: da visão à prática

Uma cultura centrada no consumidor não começa com chatbots, novas contratações ou pesquisas. Antes de qualquer ação, a mudança de mindset parte de você.

O que move a sua área de relacionamento com clientes? Qual é o motivo pelo qual você disponibiliza canais de comunicação com os seus consumidores? Parecem perguntas óbvias, mas elas precisam ser avaliadas com carinho. As respostas que você tiver para elas pode determinar se você está preparado ou não para o novo consumidor e, consequentemente, para atendê-lo da forma que ele exige.

Entendendo o atendimento de maneira estratégica

A verdade é que as áreas de atendimento foram, por muito tempo, encaradas como centros de custo indesejados na operação, funcionando no mínimo gasto possível para atender brevemente às demandas de seus consumidores — e raramente levando-os a satisfação plena.

No entanto, a revolução digital entregou ao consumidor um poder sobre as relações com as empresas nunca antes experimentado. A proliferação das mídias sociais, dispositivos móveis e tecnologia avançada criaram uma geração de consumidores que demandam produtos de qualidade superior, serviços diferenciados e uma experiência geral excepcional, não importando o canal de comunicação.

Com esse poder, o consumidor é quem manda nas relações. Ele é quem vai escolher por onde, quando e como quer ser atendido.

O preço para não entender essa mudança de paradigma é migrar involuntariamente seus clientes para a concorrência.

Diante desse cenário, as áreas de atendimento deixam de ser um centro de custos (o que nunca deveriam ser, a princípio) para tornarem-se corações estratégicos de uma empresa.

Escrevi neste artigo algumas técnicas importantes para promover um bom atendimento e elas podem te ajudar muito. Mas antes, é preciso que você pense na experiência do cliente.

A experiência do consumidor é o que vai manter seu negócio vivo

Uma previsão da Gartner revela que, em apenas mais al…

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Descubra seus pontos fortes: como desenvolver seus talentos e os de seus liderados

Descubra seus pontos fortes: como desenvolver seus talentos e os de seus liderados

Dedique sua energia transformando o bom em excepcional!

Está sem tempo de ler agora? Que tal ouvir o artigo? Experimente dar o play abaixo!

Você sai todos os dias pela manhã para o trabalho. Um pouco parecido com a época em que caminha solitário para a escola — ainda criança.

Certos professores eram verdadeiros mestres e nos inspiravam. Mas a maior parte deles sempre esteve muito focado em ressaltar aqueles pontos em que você apresentava uma deficiência. Por exemplo, era muito comum se dizer: “em matemática ou em português você está indo mal e precisa concentrar todo o seu esforço nestas matérias”.

O foco em corrigir fraquezas levou à negligência aos pontos fortes.

A maioria das empresas sabe que cada funcionário é diferente do outro, mas não sabe capitalizar essas diferenças. Somos constantemente encorajados a corrigir nossas fraquezas para melhorar nossa produtividade. Assim, as organizações continuam sendo espantosamente ineficientes quando se trata de ajudar a revelar os nossos pontos fortes.

Sei que você agora me perguntará: ok, mas como mudar este cenário?

Bem, vamos lá:

Buckingham e Clifton, autores do livro ‘Descubra Seus Pontos Fortes” afirmam que: somente 20% dos funcionários nas organizações sentem que seus pontos fortes estão sendo utilizados.

Veja, o autor não menciona, mas vemos Pareto interferindo aqui, não é? 80% dos funcionários gastam seu tempo em torno de superar seus pontos fracos e não de aprimorar seus pontos fortes.

Exatamente como acontecia com você, solitário, diante do professor na escola a apontar para suas notas vermelhas!

Hoje, a realidade da maioria das organizações não é diferente daquela. As empresas são construídas sob duas premissas: ambas falsas.

A primeira é que qualquer um de nós pode adquirir conhecimentos e técnicas para ser ótimo em qualquer tipo de atividade. Isso é falso!
E a segunda é que as pessoas progridem mais eficazmente quando corrigem seus pontos fra…

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