Empreendedores e investidores precisam sair dos lados opostos da mesa, formando um único time

Hoje, quando um empreendedor precisa buscar investimentos, ainda existe a cultura do “nós contra eles”. Mas isso é péssimo, tanto para o investido quanto para o investidor. Precisamos jogar juntos pelo negócio e pelo país.

Imagine um jovem empreendedor brasileiro que tenha uma ideia inovadora. Primeiro, ele vai atrás da família, dos amigos, e depois de bancos, em busca de recursos para colocar a empresa de pé. Sozinho, sem muito aconselhamento, vai tentando, arduamente, vencer as dificuldades de validar e colocar seu projeto para rodar, quando se dá conta de que o dinheiro não será o bastante. A situação do caixa é desesperadora, ele não tem recursos para pagar seus três ou quatro funcionários, está com uma dívida enorme, em meio aos juros proibitivos do nosso país.

Só então é que ele vai atrás de investimento. O problema é que, nessa situação difícil, o investidor, mesmo sendo um anjo, pode querer uma porcentagem grande do negócio. O que significa que, logo no começo de sua caminhada, o empreendedor poderá ter sua participação diluída demais. O anjo fica com uma parcela que julga justa pelo risco que está correndo, depois mais para frente, um fundo de Venture Capital tira mais uma boa parcela do bolo. Qual será a motivação do criador da ideia para continuar investindo tempo, suor e lágrimas no crescimento do negócio se ele deixar de ter controle do negócio que ele criou?

Infelizmente, o quadro não é incomum. A indústria de venture capital às vezes é agressiva demais na relação risco/retorno com os empreendedores — o que, dependendo do tamanho do negócio, pode gerar desmotivação e frustração por parte deles, do “outro lado da mesa”. O que boa parte dos investidores não enxerga é que com isso todos perdem.

Aliás, eis aí uma noção que já temos que mudar: a de que existem dois lados da mesa nessa história.

Investidores e empreendedores precisam trabalhar juntos, lado a lado, para criar valor. Ambos precisam se desarmar e buscar a confiança mútua e o fair-play, …

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Marcas sinônimos: Uma ótima estratégia de marketing

julho 21, 2017
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Automação de Marketing, Blog, Marketing

Marcas sinônimos: Uma ótima estratégia de marketing

Você já percebeu quantos produtos você conhece pela marca e não pelo produto em si? Mesmo hoje que há milhares de marcas, em praticamente todos os segmentos de mercado, sempre há aquelas que se destacam e viram referência.

Quando pensamos em refrigerante, a primeira marca que vem na mente da maioria das pessoas é a Coca-Cola. Algumas marcas são tão fortes no seu segmento que se tornam metonímia daquele produto. Exemplo disso é a Band-Aid, que é uma marca de curativos adesivos.

Você já usou Poliestireno Expandido (EPS) para armazenar algo? Não?! Vou refazer a pergunta, então.

Você já usou Isopor para armazenar algo? Sim, Isopor é uma marca que virou sinônimo de um produto.

O exemplo de marcas que se tornaram sinônimos de produtos é extensa. Vamos listar 10 marcas que viraram sinônimos do seus produtos só para você ter uma noção.

Lycra (elastano)Pyrex (refratário de vidro)Catupiry (um tipo de requeijão)Caldo Knorr (caldo em cubos)Xerox (fotocópias)Jet Ski (moto aquática)Durex (fita adesiva)Gillette (lâmina de barbear)Chiclets (goma de mascar)Sucrilhos (cereal)

Você sabia que eram marcas e não o nome do produto/objeto? Uma grande parte – grande mesmo – das pessoas não fazem ideia e acham que Catupiry é mesmo um tipo de requeijão cremoso e não uma marca de requeijão cremoso. Essa marca se tornou tão popular que pedir uma coxinha com frango e requeijão cremoso é estranho.

Mas você deve estar se perguntando: Como essas marcas viraram sinônimos dos seus produtos?

Isso acontece devido a vários fatores: ser o primeiro no mercado, ser o único no mercado, ser o único a fazer propaganda, ter sua qualidade destacada, ter um alto valor agregado, alguém da sua família falar da marca por não saber o nome do produto e isso passar de geração em geração e muitos outros fatores.

Ser lembrada dessa forma com certeza é muito bom para a marca. Há uma relaç…

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Que executivos você quer ter ao seu lado: tarefeiros ou executores?

Para todas as funções da empresa, ser um bom executor de tarefas é fundamental. Menos para o C-Level que você quer ter ao seu lado.

Hoje, umas das habilidades mais procuradas nos executivos no mundo corporativo é a capacidade de execução. Um executivo que tem alta capacidade de execução tem grande possibilidade de conseguir um bom emprego e, se já está empregado, de conseguir crescer na empresa.

Mas o que é ter alta execução? Qual a diferença entre um executivo com alta execução e um executivo com alta capacidade de executar tarefas?

Em primeiro lugar, alta execução significa ter a habilidade de planejar, definir, entender e implementar uma estratégia. É ter a visão sistêmica do seu trabalho, seja da sua área, seja de processos ou da sua empresa. Quanto mais alto o nível hierárquico, mais esta habilidade tem que ser dominada.

O CEO tem que ser mestre nesse assunto. Não adianta ser bom na implementação da estratégia se a estratégia está errada.

Também não adianta nada ter uma excelente estratégia se a implementação é fraca.

Já o tarefeiro tem muita dificuldade em ter esta estratégia clara. Ele foca na atividade e não no resultado.

O tarefeiro começa pelo fazer e não pelo planejar, investe pouco tempo neste capítulo da gestão.

Hoje vivemos muito o momento do “Desenvolve, testa e aprende”, mas mesmo neste modelo é necessário planejar para que o desperdício seja o menor possível.

Outro aspecto que destaca o bom executor é o alinhamento do time à estratégia, até porque uma boa implementação é executada por meio das pessoas. Então executor é aquele que dá propósito à estratégia, alinha o time, cobra pela execução, facilita o caminho a ser trilhado, entra nos momentos difíceis para contribuir com a solução e, principalmente, dá autonomia ao time e faz ele crescer.

O tarefeiro, por sua vez, assume para si a execução das tarefas. Com isso, ele se destaca como o solucionador de problemas, assumindo todos os riscos.

O resultado disso é um time na zona de conforto que…

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A maior escola é a rua: como buscar referências para o seu negócio

Para Henry Visconde, da Eurobike, o empreendedor precisa “ir para a rua” e manter o radar sempre ativo para obter os melhores aprendizados para seu negócio. E, às vezes, estar pronto para “pauladas” e aprendizados.

Para mim, no mundo dos negócios existem algumas máximas que jamais vão mudar. Uma delas é “comece fazendo bem feito desde o início”. A meu ver, trata-se de uma verdade absoluta — até porque, se o negócio não começar acertadinho e for crescendo, dará um trabalho danado arrumar tudo lá na frente. E não só isso: começar fazendo bem feito é mais barato, também.

Por bem feito, refiro-me à adequação às questões legais e burocráticas do nosso país. Sim, o famigerado custo-Brasil. Dá trabalho, eu sei, mas minha experiência com a Eurobike, rede de concessionárias especializada em veículos premium do Brasil, mostra que esse é o melhor caminho. Isso e a questão do profissionalismo da gestão: é indispensável que o empreendedor fique muito atento à governança, que saiba separar o lado pessoal do profissional, para que a empresa realmente cresça de forma sustentável e saudável.

“Mas o que isso tem a ver com referências para um negócio, Henry?”

Absolutamente tudo. Resolvi começar o texto com essas duas reflexões porque, como disse, considero-os aprendizados fundamentais para qualquer empreendedor que esteja começando. E não foram aprendizados adquiridos em alguma escola, ou em algum curso específico; aprendi na rua, mesmo, mantendo-me sempre atento a tudo o que considerava importante para o meu negócio.

É por isso que acabo sendo “chato” com startups. Pego no pé em relação aos processos, que têm que estar bem estruturados desde o comecinho. Porque, a meu ver, não há mais espaço para um começo equivocado. Qual será o modelo, como vai funcionar, quantos funcionários, como será a gestão, e por aí vai: sempre faço essas perguntas para os empreendedores que estão começando. E sou rígido com as respostas. Porque sei que, se não está bem embasado, a operação vai se perd…

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Inbound Marketing é diferente de propaganda

julho 24, 2017
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Inbound Marketing é diferente de propaganda

O modo de consumirmos mudou. Depois da criação e propagação da internet, as pessoas estão mais participativas e querem menos intrusão em suas vidas. A publicidade tradicional, ou Outbound Marketing, sempre foi pautada na interrupção, para as empresas venderem seus produtos ou serviços em meio à programação. Já o Inbound Marketing veio para provar que é possível vender sem ser invasivo.

“Nós estamos vivendo uma revolução na forma com que as pessoas encontram produtos e escolhem as empresas com as quais querem se relacionar.” – Brian Halligan e Dharmesh Shah

A publicidade tradicional é aquela que vemos todos os dias na TV. Você está assistindo a um programa e ele pausa para a veiculação das propagandas – normalmente naqueles momentos mais decisivos do filme ou novela que você está assistindo. Essa publicidade também se propagou para a internet e já podemos observar anúncios antes ou até mesmo durante um conteúdo no YouTube e no Facebook, por exemplo. Vídeos com uma duração maior normalmente têm um anúncio no meio e prejudicam a experiência do usuário.

Como mencionado pelos fundadores da HubSpot, Halligan e Shah, cada vez mais as pessoas têm autonomia para procurar os produtos que querem e, por isso, não precisam ser doutrinadas pelas propagandas. A publicidade é essencial para anunciar o seu produto ou serviço, mas já existem meios de divulgar sem atrapalhar o seu cliente.

O Inbound Marketing tem como objetivo atrair e fidelizar clientes, criando um conteúdo relevante. Essa estratégia, diferente da publicidade tradicional, desperta o interesse do consumidor que vai até a empresa e não o contrário. As empresas, ao criarem um conteúdo relevante e com qualidade para seu público-alvo, conquistam o consumidor ao abordarem assuntos que o ajudem e agreguem valor para sua vida. Ao descobrir as dores, ambições, interesses e dúvidas, as companhias podem criar materiais como e-books, v…

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